Recorde está vago desde a morte de Gibson, que vivia na Califórnia.
'Quando ele abana a cauda, derruba coisas por toda a casa', conta dona.
Do G1, em São Paulo
Recorde está vago desde a morte de Gibson, que vivia na Califórnia.
'Quando ele abana a cauda, derruba coisas por toda a casa', conta dona.
Do G1, em São Paulo
Leandro Narloch
Fotos Martin Harvey/Corbis/Latin Stock e Arthur Baensch/Corbis/Latin Stock
Em busca de um dono
Os fofos: seus antepassados se aproximaram dos humanos ao longo
dos milênios e a amizade lhes rendeu enormes vantagens evolutivas
Para chegarem à conclusão de que os cães eram criados para o abate, os pesquisadores do Instituto Real de Tecnologia, da Suécia, se basearam em achados arqueológicos, ocorridos na China, de ossos caninos entre restos de comida. Para reconstituírem a árvore genealógica canina, os cientistas compararam o DNA mitocondrial de 1 712 cães da Ásia, da África e da Europa. Todos os animais tinham informações genéticas muito parecidas, uma pista de que os lobos se domesticaram de uma só vez. "Se os cães tivessem surgido em várias épocas, provenientes de lobos de diversos continentes, seu DNA seria provavelmente muito mais distinto", disse a VEJA o biólogo Peter Savolainen, que coordenou o estudo. Os pesquisadores acreditam que o sul da China tenha sido o berço dos primeiros cães porque a diversidade genética entre os animais dessa região é muito maior do que a existente entre os cachorros dos outros locais. "A diversidade genética precisa de tempo para acontecer", afirma Savolainen.
Uma pesquisa muito parecida, realizada pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, constatou que o primeiro gato a fazer parte dos povoados humanos viveu há cerca de 10.000 anos no Crescente Fértil, região entre Israel e o Iraque que abrigou os primeiros povoados humanos fixos. O estudo comparou o DNA mitocondrial de 979 gatos domésticos e selvagens, além de fazer a análise de cromossomos dos gatos – a mesma que é efetuada em testes de paternidade e na identificação de cadáveres pela polícia. Os pesquisadores concluíram que o gato caseiro surgiu de uma só subespécie do gato selvagem, a Felis silvestris lybica. Nenhuma outra espécie tem o DNA tão parecido com o dos gatos domésticos. Assim como no caso dos cães, a domesticação aconteceu apenas uma vez. Quando o gato doméstico viajou para lugares distantes, a bordo de barcos mercantes ou carroças, surgiram raças mais antigas, como siamesa e korat, da Tailândia. As raças apareceram naturalmente. Em pequenos grupos isolados da população principal, mutações genéticas se tornam traços predominantes com facilidade. O mesmo fenômeno explica as diferentes cores dos olhos, da pele e dos cabelos entre os homens.
A domesticação do gato foi consequência da evolução de outras duas espécies: o camundongo e, no reino vegetal, o trigo. Há 12 000 anos, os caçadores-coletores do Oriente Médio deixaram de ser nômades para se fixar nas terras e se dedicar à agricultura. Os estoques de cereais acumulados após a colheita eram chamariz para os ratos. Apareceu assim o camundongo doméstico – uma espécie menor que os roedores selvagens. Atraídos pelos ratos pequenos e pelos restos de comida, os felinos começaram a entrar nos povoados. "Os gatos selvagens que conseguiam conviver melhor com o homem logo proliferaram", diz Eduardo Eizirik, especialista em biologia molecular de felinos, da PUC do Rio Grande do Sul. Como os gatos não atrapalhavam os homens, e colaboravam para eliminar roedores e pequenas cobras, a convivência prosseguiu sem conflitos. Posteriormente, o homem se afeiçoou aos felinos. Gravuras e cerâmicas de 10 000 anos atrás mostram que eles já faziam parte do cotidiano das aldeias. Em 2004, arqueólogos franceses descobriram na Ilha de Chipre uma ossada humana sepultada ao lado de um pequeno gato. O achado, de 9 500 anos, leva a crer que já havia gatos nos primeiros barcos que povoaram as ilhas do Mediterrâneo. Milênios depois, eles encantaram os egípcios, que há 4 000 anos os mumificavam e representavam deuses em forma de felinos. Com a construção da árvore genética dos cães e dos gatos, a ciência reconstitui de maneira cada vez mais precisa o início da amizade entre essas espécies e o homem.
Juntos para sempre
Ossadas de um ser humano e de um gato que foram sepultados juntos há 9 500 anos, encontradas na Ilha de Chipre: prova da antiguidade da domesticação dos felinos
Fotos Getty Images/Corbis-Latin Stock e Istockphoto
Há cães pequeninos, como o chihuahua, e enormes, como o dinamarquês (ambos na foto acima). Essa diferença de tamanho não ocorre entre os gatos, cujas raças têm dimensões semelhantes e se distinguem principalmente pelo comprimento da pelagem. A explicação para isso é que, desde a pré-história, o homem realizou seleções artificiais dos cães na tentativa de aumentar habilidades como o faro, a velocidade ao correr atrás da caça ou a sociabilidade. Os gatos, por não serem tão úteis, passaram por menos seleções que os cães. Isso também explica por que os gatos são mais independentes do que os cães e sobrevivem mesmo sem a ajuda do dono.
N.E. Num mar de sangue e crueldade o que significam 70?
Paula Neiva
AP
Mar de sangue
Barco em Taiji, no Japão: pescadores com golfinhos que acabam de abater
Todos os anos, em setembro, abre-se a temporada de caça ao golfinho no Japão. Durante seis meses, 20 000 são mortos de maneira rudimentar e dolorosa na costa do país. Os caçadores os encurralam com redes ou os atacam com arpões, formando uma imensa mancha vermelha no oceano. Os animais retirados da água ainda com vida recebem golpes fatais com facões e machados. A caça ao golfinho é um costume no Japão há quatro séculos, mas neste ano vem enfrentando inédita oposição. O motivo é o documentário americano The Cove (A Enseada, em português), lançado no fim de julho nos Estados Unidos. O filme, que denuncia a matança dos golfinhos no Japão, ganhou mais de uma dúzia de prêmios em festivais de cinema como o Sundance Film Festival. Mesmo sem ter exibição prevista nas salas de cinema japonesas, The Cove levantou um debate acerca do tema no Japão, onde, dizem os documentaristas, a maioria da população é alheia à forma como esses animais são mortos. Muitos japoneses assistiram a cenas do documentário na internet e ficaram horrorizados com o que viram. Na semana passada, anunciou-se que, num gesto inédito, setenta golfinhos foram libertados por seus captores.
Aqueles que defendem a caça de golfinhos dizem que a atividade representa o sustento de diversas comunidades de pescadores. Organizações de defesa dos direitos dos animais rebatem. Seu argumento é que o massacre se destina a diminuir a população de golfinhos e, dessa forma, aumentar a dos peixes que lhes servem de alimento – mais rentáveis para os pescadores. A carne de golfinho é relativamente barata e não é considerada uma iguaria como a de baleia. Os médicos advertem que ela também representa um perigo à saúde, pelo alto teor de mercúrio. "A maioria das pessoas nem sequer faz ideia de como é arriscado consumi-la", diz Ric O’Barry, um dos autores do documentário. O’Barry capturou e treinou os cinco golfinhos-nariz-de-garrafa que atuaram em Flipper, série de televisão da década de 60.
Vida em grupo
Cena do documentário The Cove: alerta ambientalista
premiado em festivais
As 67 espécies de golfinho que existem nos oceanos se reproduzem muito lentamente. A gestação demora, em média, um ano. O filhote precisa de atenção integral da mãe até cerca de 1 ano e meio de idade. À questão ambiental, somem-se razões de ordem emocional para a repulsa à matança dos golfinhos. "Além de mamíferos, como os homens, eles são extremamente dóceis e sociáveis", diz a bióloga paranaense Gislaine Filla, especialista no estudo desses animais. The Cove será exibido no Festival Internacional de Cinema de Tóquio, no mês que vem. Talvez o documentário possa, pelo menos, colaborar para que os métodos de eliminação dos golfinhos se tornem menos cruéis.
Uma cobra sucurí foi encontrada nas proximidades da barragem sanchurí, proxima à floresta municipal,provavelmente solta por um caminhoneiro.O pelotão ambiental encaminhou-a ao Ibama que lhe dará o destino correto uma vez que a mesma não é nativa da região.
A seleção dos animais
Os cachorros foram escolhidos para essa atividade porque são amigos e fiés. Com temperamento dócil e calmo, cativam as crianças exercitando confiança mútua, respeito, auto-estima e afeto.
Como veterinária, Paula Lopes recomenda as raças Retriever do Labrador, Goldem Retriever, Lhasa Apso e Poodle, pois todas possuem as características necessárias para a atividade.
Entretanto, podem-se utilizar outras raças, mas o animal precisa ser treinado para esse trabalho desde filhote para desenvolver boa socialização e ser acostumado com diferentes pessoas, ambientes e situações.
Preucações:
A saúde dos animais é muito importante. Deve-se fazer o controle de parasitas e a vacinação precisa sempre estar em dia. Também é recomendável levar os animais uma vez por mês ao veterinário para que se tenha certeza de que eles estão livres de qualquer tipo de doença.
São cuidados imprescindíveis para manter a segurança e a saúde das crianças, bem como o sucesso da atividade. Não existe contra-indicação ao contato de gestantes e bebês a partir dos 6 meses com cachorros. Porém, é adequado tomar certos cuidados, como não deixar o bebê colocar a mão na boca do cachorro.
Por mais bem cuidado que o cão seja, eventualmente “fuça” em um lixo, como outro qualquer. Sempre há o risco de que a criança leve a mão à boca e se contamine.
O auxílio no desenvolvimento das crianças
A técnica permite a adaptação de diversos jogos, como quebra-cabeça, futebol, dominó, entre outros. Além disso, pode ser relacionada a diversas matérias, como matemática, português, inglês, entre outras.
Outros aspectos muito importantes também são trabalhados. A coordenação motora é estimulada, as crianças aprendem a cuidar do animal, além de dar comandos como sentar, por exemplo.
A “pet ação” está desde 2005 na grade curricular da escola Doce Geração, que tem 156 matriculados este ano. Nesse período, apenas uma criança foi impedida pelos pais de fazer a aula.
“A mãe tem pavor de cachorro. Achou melhor que o filho não participasse e nós respeitamos a decisão”, comenta a diretora.
Também responsável pelo treinamento dos cães, a professora Paula Lopes diz que outra vantagem da técnica é que as crianças aprendem a dominar o medo. Ela lembra o caso do aluninho Thiago S. Dutra, de apenas 1 ano e 6
meses. “Ele nem chegava perto. Hoje, monta, desfila e até abraça os animais”, comemora.
Diversas crianças entraram na escola com receio dos animais e agora estão como o Thiaguinho, soltas e apaixonadas pela equipe. Mas há quem sempre adorou a “pet ação”.
A aluna Vitória Costa, de 6 anos, não queria de jeito nenhum aceitar a escola. Mudou de idéia na hora graças à “Lory”. A menina estava sentadinha na secretaria com a mãe, quando a labradora, num momento de descanso entre uma aula e outra, foi até ela e estendeu a pata. O gesto foi
suficiente para Vitória abrir um belo sorriso e aceitar a matrícula.
A professora ressalta que os alunos são orientados a não passar a mão em animais desconhecidos ou que não tenham sido apresentados por um adulto próximo.
“Não podemos correr o risco de que eles resolvam acariciar uma fera solta na rua”, adverte.
Fonte: UOL
Isso mesmo! Uma nova disciplina está encantando a criançada. Em vez de giz de cera e massinha de modelar, os materiais obrigatórios são guias e coleiras
Por Andréa Guedes
Fonte: Revista Baby & Cia/Ed 04
Fotos: Getty Images/Divulgação
O processo é bem simples: os animais usam coletes coloridos revestidos com velcro. As letras em forma de adesivo são fixadas. Enquanto uma atividade se desenrola, a professora procura concentrar a atenção da criança na letra, sempre ressaltando a pronúncia certa.
“A grande vantagem é que a turminha fica muito mais atenta, já que todos se encantam com cada movimento dos animais”, afirma a diretora da escola, Angela Bocchile.
Veterinário acredita que 'Brownie' deve ter uma recuperação completa.
Entidade oferece recompensa de US$ 500 por informações sobre agressor.
Do G1, em São Paulo
Foto: Reprodução/Fox
Um gato vem se recuperando bem após ter sido atingido por uma flecha na cabeça em Bloomington, no estado de Indiana (EUA). O animal chamado "Brownie" foi resgatado na semana passada por uma entidade de defesa dos animais, segundo reportagem da emissora de TV "Fox".
A flecha tinha 33 centímetros de comprimento. As autoridades acreditam que alguém tentou matar "Brownie", mas, por sorte, ele sobreviveu.
"É um milagre que o gato ainda esteja vivo", disse Sarah Hayes, diretora-executiva da entidade da defesa de animais do condado de Monroe.
De acordo com o veterinário que removeu a flecha, ela entrou acima do olho direito e apenas raspou o crânio do felino. Ele acredita que "Brownie" deve ter uma recuperação completa.
Sarah disse que sua próxima missão é descobrir quem causou o ferimento no bicho. Ela destacou que não é possível permitir abusos contra os animais com esse.
A entidade da defesa de animais do condado de Monroe está oferecendo uma recompensa de US$ 500 por informações que conduzam a prisão do agressor.
Dachshund Chanel morreu de causas naturais na sexta-feira.
Ela tinha o equivalente a 147 anos de um ser humano.
Da AP
O cão mais velho do mundo segundo o livro Guinness dos Recordes, Chanel, morreu aos 21 anos na última sexta-feira. A idade equivale a 147 anos humanos.
A dachshund Chanel morreu de causas naturais, na casa de seus donos, no subúrbio de Port Jefferson Station, na cidade norte americana de Long Island.
Chanel, que sofria de catarata, usou óculos especiais nos últimos anos e sempre estava vestida, porque era muito sensível ao frio, segundo seus donos, Denice e Karl Shaughnessy. Ela estava com o casal desde que tinha 6 semanas de idade e foi adotada quando Denice servia o exército em Newport News, na Virgínia.
Chanel morou nove anos na Alemanha. Ela gostava de roubar guloseimas da cozinha e escondê-las no sofá da sala e era fanática por chocolate, segundo sua dona.
A cadela ganhou o título de mais velha do mundo em maio, em uma cerimômia em Manhattan, patrocinada por uma companhia de comida para cães.
Agora, o título de cão mais velho do mundo deve ser herdado por Max, um cão de New Iberia, na Louisiana, que teria 26 anos. Apesar de mais velho que Chanel, ele ainda não teve sua idade reconhecida pelo Guinness.
22 cachorros morreram por envenenamento ou ingestão de vidro moído.
Polícia Civil de Imbituba instaurou inquérito e aguarda resultado de laudos.
Glauco Araújo Do G1, em São Paulo
Moradores de Imbituba (SC) denunciam a matança de cães na cidade. Eles registraram a morte de 22 cachorros em 16 de agosto deste ano, mas afirmam que o problema é recorrente há pelo menos dez anos. Segundo alguns donos de animais mortos, todos foram vítimas de envenenamento por 'chumbinho' ou ingestão de vidros moídos.
Apesar dos recentes casos de mortes, os moradores da região afirmam que os casos ocorrem há muito mais tempo. "Sofremos com esse tipo de violência gratuita há cerca de dez anos. Perdi 11 gatos neste período e, por causa disso, há cinco anos deixei de ter gatos. Hoje, só tenho cachorros, quero dizer, não tenho mais", disse Paula Hagelund, 36 anos, gerente de uma pousada na cidade.
Entre os cachorros que morreram antes do último ataque estava a labradora Dolly, de 5 meses. Ela foi vítima de envenenamento em junho passado, segundo Paula, que também perdeu outro cão de estimação. "O Charlie Brown, um dobermann marrom, morreu em maio de 2008, quando tinha 2 anos. Desisti de ter cachorros em casa depois da morte deles. Minha filha ficou muito doente por causa disso."
Paula disse que pelo fato de nunca ter havido uma investigação sobre esses ataques na cidade, os responsáveis têm a sensação de impunidade. "Sabemos quem mata os cachorros, pois eles nos avisam, nos ameaçam antes dos envenenamentos. É horrível pensar que uma pessoa pode ser tão ruim assim."
Ela lembrou que Dolly, antes de ser envenenada, já tinha sido atropelada de maneira proposital. "Cheguei a gastar R$ 600 com a recuperação dela. Depois que se recuperou do atropelamento é que deram veneno para ela." Paula ainda teve um outro cachorro morto, a Laika, há cinco anos.
Investigação
Segundo a assessoria de imprensa da Polícia Civil de Santa Catarina, o delegado Luiz Carlos Cardoso Jeremias Filho registrou o caso e instaurou um inquérito policial para apurar o crime. Ele espera o resultado dos laudos sobre as causas das mortes dos cachorros. A investigação do caso já chegou a um suspeito, que teria sido visto na região, dias antes da matança, moendo vidro.
Ainda de acordo com a Polícia Civil, este homem já foi identificado e pode ser indiciado por crime ambiental, caso as mortes dos animais tenham sido provocadas por hemorragia interna.
Cidade realizou 20 mil cirurgias em quatro anos e meio.
Programa que mantém média diária de atendimentos virou referência.
Glauco Araújo Do G1, em São Paulo
Florianópolis esteriliza 25 animais por dia e tem 1,5 mil outros na fila de espera para o procedimento. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde da cidade, 20 mil procedimentos foram realizados como estratégia de controle da superpopulação de cães desde 2005, quando o programa de esterilização canina começou na cidade.
O sucesso da ação levou a coordenadora do projeto Bem Estar Animal, Maria das Graças Dutra, a receber representantes de outras cidades do país para conhecer de perto o programa. "As pessoas não sabem como resolver o problema da superpoluação de cães em suas cidades. A nossa forma de controlar a população canina virou modelo para outras administrações municipais. Já estive em Santa Maria (RS), Canoas (RS), Porto Alegre, Niterói (RJ), Jundiaí (SP) e Juiz de Fora (MG) apresentando o projeto."
Na semana passada, o prefeito Herótodo Bento de Mello, de Nova Friburgo (RJ),
visitou a cidade de Florianópolis para conhecer o projeto Bem Estar Animal. "Este é um bom exemplo de como resolver esta questão de forma correta e respeitando a vida. Estou aqui para aprender e copiar", disse o administrador carioca.
O secretário de Saúde de Florianópolis, João Candido da Silva, afirmou que a cidade optou por não exterminar os animais vivos. "O foco passou a ser o controle da população de cães por meio de cirurgias gratuitas de castração, além da realização de campanha de educação de jovens sobre o assunto, nas escolas."
Maria das Graças disse que um casal fértil de cães é capaz de gerar 67 mil descentes em seis anos (período médio considerado como produtivo) e 60 filhotes diretos. Ela citou dados da World Society for the Protection of Animals(WSPA), segundo a qual são registrados 15 nascimentos de cães e 30 de gatos para cada humano no mundo.
"O programa catarinense atende donos de cães de baixa renda e o animal é retirado de casa e levado de volta, sem custo. Até mesmo o número de acidentes com cães, seja atropelamentos ou até mesmo ataques contra as pessoas, foi reduzido após o trabalho de castração", disse ela.
Sem preconceito
"Quebramos o tabu de que castração é ruim para o cachorro. O que fazemos em Florianópolis agrega a sociedade. Fazemos controle de zoonose com esterilização e o segredo do nosso sucesso é que isso é feito em ritmo constante", afirmou Maria das Graças.
Segundo ela, a média de 25 cirurgias por dia é o número de procedimentos indicado para uma população de 400 mil de habitantes. "Pretendemos aplicar microchip em todos os cães da cidade em até três anos e meio. Para isso, contamos com cerca de 400 voluntários, que cadastram os animais da cidade."
Maria das Graças disse que não exagera quando diz que vai esterilizar todos os cães da cidade. "Temos uma fila de espera de 1,5 mil cães para a esterilização. E essa fila nunca diminui. Antes, nós que procurávamos os donos de cães para esse tipo de trabalho. Hoje, são eles que nos procuram."
Ela afirmou que a população está consciente da importância do controle de zoonoses. "Os cães que circulam na cidade têm donos e são identificados."
Raden Soemawinata estava espalhando as cinzas de sua avó na baía.
'Estava frio e ventando, mas não foi difícil tomar a decisão', disse ele.
Do G1, em São Paulo
A australiana Sue Drummond temeu pelo pior depois que seu cão de estimação "Bibi" foi arrastado pelo vento e caiu no mar no píer de Brighton, mas um jovem que estava no local tirou a roupa e saltou para salvar o animal, segundo o jornal "Herald Sun".
Raden Soemawinata, de 20 anos, estava espalhando as cinzas de sua avó na baía. Ao ver o desespero da mulher, o jovem tirou a calça e saltou no mar para resgatar o cãozinho. Clique aqui para ver imagens publicadas pelo periódico australiano.
"Estava bastante frio e ventando, mas não foi tão difícil tomar a decisão de saltar no mar. Não foi uma grande façanha", disse Soemawinata após o resgate. "Eu sou modelo e ficar de cueca não é algo tão diferente do que eu faço no trabalho", acrescentou ele.
De acordo com o "Herald Sun", as fortes rajadas de ventos provocaram mais de mil chamadas para o serviço de emergência do estado de Victoria. As rajadas chegaram a 115 km/h em Mt Dandenong, 98km/h no aeroporto de Melbourne e 104 km/h em St Kilda.
Cães que reviravam lixo agora têm comida de primeira e tomam até florais.
Especialistas ressaltam resistência desse bichos sem raça definida.
Paulo Toledo Piza Do G1, em São Paulo
Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal
Eles não têm documento que indique suas procedências, tampouco vêm de linhagens “puras”. Mesmo assim, cachorros sem raça definida (os famosos vira-latas) levam uma vida de rei em São Paulo, com direito a diversos mimos e muito carinho por parte dos donos.
Um exemplo é a cadelinha Duda, de 1 ano. Encontrada há cinco meses pela socióloga Regina Guimarães Curi, de 48 anos, no Centro de São Paulo, Duda conquistou sua dona com o jeito calmo e olhar penetrante. “Eu a vi na rua um dia, mas tive de pegar um ônibus. Comentei com minha mãe que, se a visse de novo, levaria para casa”, diz.
Dias depois, ao voltar do almoço, Regina encontrou Duda deitada no chão. “Avisei no trabalho que ia sair e a levei direto para o veterinário.” Com apenas um carrapato e uma pulga no seu pelo marrom claro, a cadelinha apresentava saúde de ferro. Por precaução, o veterinário receitou alguns remédios para Duda.
A socióloga, então, correu ao supermercado para comprar alguns petiscos para sua nova melhor-amiga. “Levei queijo para enrolar o remédio, mas ela não quis. Então, resolvi usar patê de presunto.” Duda adorou. Desde então, a cadelinha que antes revirava lixos no centro vive rodeada de tudo de bom e do melhor em seu apartamento no Itaim Bibi. Toma banho quinzenalmente, ganha ossinhos e bifinhos, tem roupinhas e é adepta da medicina de florais. “Ela tem muito medo de homens e às vezes não gosta de ir muito longe de casa. Por isso, dou a ela uns florais para combater isso”, completa a dona “coruja”.
Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal
Outra sortuda é a vira-lata Cookie, 5 anos. Não fosse a aposentada Maria Cristina Reis Adamo Rossi, 55 anos, essa cadelinha poderia ter tido um destino cruel. Ela e outros quatro irmãozinhos foram abandonados dentro de um saco de plástico, ainda filhotes. Levados às pressas a uma cadelinha da raça maltês que recentemente havia dado à luz. “Só três filhotes sobreviveram, entre elas a Cookie”, comenta Maria Cristina.
Ao chegar ao seu novo lar, na Vila Olímpia, a cachorrinha ganhou brinquedos, ração, ossinhos, frutas e uma bela caminha. “Ela tem roupinhas, mas usa só quando está frio”, diz. Uma vez por mês, vai ao pet-shop tomar banho. “Mas quando está muito quente eu dou banho nela.”
Segundo a dona, a palavra que melhor define Cookie é: apaixonante. “Cookie é muito companheira, mansa. Ela agrega a família. Cada um que chega ela faz festa, mas de modos diferentes.”
A cadela Neguinha, 18, também teve uma vida de rainha. Com um olhar doce e uma esperteza de dar inveja a qualquer malandro profissional, Neguinha conquistou seus donos há 15 anos. “Ela ficou parada durante três dias na porta da casa de meu filho”, conta a professora Edith Marques Ferrari, de 70 anos.
Após ser adotada, teve tudo de bom e do melhor nos três lares onde viveu. “Primeiro, morou com meu filho; depois, com minha mãe e até julho, morou comigo”, diz sua dona. Na primeira casa, ganhou muitos brinquedos, nas outras, mais carinho e muita comida. “Ela tomava banho semanalmente, ganhava ossinhos e biscoitos de vez em quando.”
Durante seus passeios, brincava com outros cães -mas apenas com os do sexo oposto. “Cadela, ela batia”, lembra, saudosa, Edith. “Ela sempre foi muito paqueradora. Tinha um cão do bairro que até se assustava. Ela corria atrás deles Era muito assanhada.”
Até julho, viveu muito feliz em um apartamento nos Jardins ao lado da dona e de seu companheiro canino Beethoven, um lhasa apso de 14 anos. No último dia 9, teve de ser sacrificada por conta de uma anemia. Tirando esse problema no final da vida, Neguinha sempre foi saudável, conforme Edith. “Ela era muito resistente, haja vista a idade.”
Foto: Paulo Toledo Piza/G1
Diferenças
Não é apenas o pedigree que difere um cachorro de raça de um vira-lata. Cães de linhagem pura são fruto de anos e anos de cruzamento assistido. Visando manter o padrão da raça, os criadores selecionam os cachorros que mais se enquadram no perfil desejado e deixam com que estes cruzem entre si (a famosa seleção artificial).
Essa padronização tem suas vantagens. As características variam muito pouco entre indivíduos da mesma raça. Isso é vantajoso quando da escolha do cachorro. Por exemplo: se você procura um cão para viver em uma kitnet, um são bernardo não é a melhor escolha. “Sabe-se desde filhote como ficarão esses cães”, diz o veterinário Marcelo Quinzani, da PetCare.
Em compensação, cachorros com pedigree sofrem com problemas crônicos e doenças genéticas. Baixinhos como os basset hounds e os daschounds, por exemplo, têm uma tendência maior a sofrer de problemas de coluna e de sobrepeso. “Cães com pedigree têm mais facilidade de ter doenças hereditárias. Se só cruzar com, iguais, mantém as características boas e ruins”, completa Guinzani.
Vira-latas, porém, têm uma grande vantagem no quesito “problema congênito”. “Quando se mistura cães de raças diferentes, a tendência é de que certas doenças características desapareçam”, afirma o veterinário Enrico Lippi Ortolani, professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo. Para exemplificar, Ortolani lembra dos poodles, que têm muitas infecções nos ouvidos. “Quando mistura um poodle com um cão de rua, o híbrido perde essa característica”, ilustra. “Ficam menos propensos a ter doenças.”
Além disso, ao contrário dos cães de pedigree, os vira-latas que vivem nas ruas (e que geram a maioria dos cães sem raça definida adotados) estão à mercê da seleção natural. Sem acesso a remédios, a proteção de humanos e a uma alimentação balanceada, esses bichos seguem a lei da selva em plena cidade grande. “Os que sobrevivem tornam-se muito resistentes. Os menos aptos morrem”, conclui o professor da USP.
Centro espírita na Zona Norte de SP cuida de animais
Tratamento espiritual, no entanto, não dispensa ida ao veterinário.
Do G1, em São Paulo
Foto: Divulgação
Donos de animais com fraturas, câncer ou que sofrem de ansiedade têm encontrado no centro espírita Vicente Cerverizo, na Vila Medeiros, na Zona Norte de São Paulo, uma ajuda para atravessar o momento difícil. O lugar é o único do Brasil que se tem notícia que oferece tratamento espiritual a animais de estimação. A afirmação é do veterinário Marcel Benedeti, presidente da Associação Espírita Amigos dos Animais (Asseama).
Segundo ele, quaisquer animais são passíveis de tratamento espírita “uma vez que todos são seres que merecem atenção. Não importa se são cães, gatos, aves, suínos, bovinos ou eqüinos”, afirma Benedeti, que, apesar de ser veterinário, não mistura o trabalho do médico com o do espírita.
O veterinário Francisco Cavalcanti de Almeida, presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária, não vê problemas em o dono submeter o seu bichinho de estimação a um tratamento espiritual. O que não pode, afirma ele, é o animal deixar de ser levado ao veterinário.
‘Para qualquer ser vivo, existe uma enfermidade e o seu tratamento médico específico. O veterinário é o profissional capacitado para detectar qualquer sintoma ou doença e até realizar a prevenção”, afirma Almeida.
Animais desenganados
O aposentado Mário da Conceição, de 75 anos, conheceu o tratamento espiritual depois que encontrou na rua o setter irlandês Caramelo. “Levei ele para o veterinário, que constatou que Caramelo tinha problema no coração, no fígado, não enxergava e não ouvia direito e também não se firmava nas patas traseiras. Ele viveria por pouco tempo”, relembra.
O cachorro, que já devia ter cerca de 12 anos quando foi achado, foi tratado com um veterinário homeopata e, com o tempo, apresentou melhora. Paralelamente ao tratamento, Mário levava Caramelo ao centro espírita.
“A fila do passe depende do estado de saúde do animal. No começo, ele passava na frente. Depois, ele passou a entrar na fila como todos os outros. Antes, eu carregava ele no colo do carro até a sala. No fim, ele já descia do carro sozinho”, relembra.
Caramelo morreu em outubro do ano passado, mas Mário não deixou de frequentar o centro. O aposentado é responsável por outros três cães: Judite, que mora com ele, e Pretinho e Branquinho, que moram em uma pet shop mas saem para passear todos os dias com o tutor.
Quem também costuma frequentar o centro é o aposentado Antônio de Andrade, de 81 anos, dono de Diana e Juruna, um casal de fila brasileiro. A fêmea vem sendo submetida a um tratamento veterinário contra câncer há seis meses, período em que também passou a ir ao centro na Zona Norte.
Na semana passada, no entanto, Diana perdeu o movimento das pernas. “Tentei erguê-la, mas não adiantou”. Agora, o tratamento espiritual da cadela será à distância. Sim, o grupo espírita também atende, a pedido do tutor, animais doentes que não podem ir até o centro.
Foto: Divulgação
Por onde começar
Tutores que se interessaram pelo tratamento devem começar fazendo um cadastro na Asseama. É preciso informar nome, endereço, raça, sexo e idade do bicho de estimação, para, depois, dar detalhes sobre o problema que aflige o animal. Neste momento, a pessoa se compromete a não comer carne nem oferecê-la ao mascote no dia marcado para o tratamento.
Chegando ao centro, o tutor passa por nova entrevista e, em seguida, é encaminhado à sala de palestras. “Esta é a parte mais importante do tratamento. É neste intervalo de reserva e reflexão, quando as pessoas ouvem do palestrante orientações evangélicas, que a equipe espiritual procede ao tratamento dos animais e do tutor”, descreve Benedeti.
Após a palestra, que dura cerca de 30 minutos, o animal e o seu acompanhante entram em uma sala onde são submetidos a um tratamento por imposição de mãos durante um minuto. “Geralmente, pede-se para retornarem depois de algum tempo, que pode ser entre sete a 30 dias”.
Serviço :
Associação Espírita Amigos dos Animais (Asseama), tel. (11) 2071-2590.
Cachorro da raça Chihuahua virou celebridade no Japão em 2007.
Irmão mais novo é único com manchas em ninhada com quatro cães.
Do G1, com agências
Foto: Toru Hanai/Reuters
Assim como seu irmão mais velho, um cão da raça Chihuahua nasceu com uma mancha em forma de coração, no Japão.
Em maio de 2007, o irmão, chamado de "Heart-kun" (algo como “Coraçãozinho”, em português), virou celebridade depois que uma emissora de TV japonesa levou imagens dele ao ar. A fama do filhote nascido em uma loja de animais no norte de Odate correu o mundo. Mesmo com as propostas de uma série de pessoas que queriam comprá-lo, a dona da loja, Emiko Sakurada, recusou-se a vendê-lo.
O recém-nascido, que recebeu o nome de "Love-kun" ("Amorzinho") é o segundo com a marca dos centenas de chihuahuas que nasceram na loja de Emiko. De uma ninhada com quatro cachorrinhos, é o único com manchas no pelo.
Na época do nascimento de “Heart-kun”, a dona do chihuahua disse ao G1 que o cachorro tornou-se, além de símbolo do pet shop, um membro da família. "Não posso estipular um preço. Não se dá um valor ao filho”, afirmou em entrevista por telefone.
A dona também disse que passou a ter sorte com a chegada do filhote com mancha de coração em 2007. Nos dois primeiros meses de vida do cão, sua irmã teria sido premiada na loteria e com um ingresso para assistir a um show.
Curiosamente, o Chihuahua é de origem mexicana (da época dos Astecas), e “Heart-kun” tornou-se o queridinho do Japão na região que deu origem à raça nipônica mais famosa. O Akita leva esse nome porque nasceu na província Akita-ken, em Odate, cidade que deu origem à província.
MARY PERSIA
da Folha Online
Um cão de seis anos ou um gato de 11 já podem ser considerados idosos. No entanto, animais de estimação com idades avançadas não devem se aposentar das brincadeiras e passeios. Eles merecem sim uma atenção especial.
O vídeo a seguir mostra quais os cuidados geriátricos que devem ser tomados, como o check-up de rotina.
Antes dos pets entrarem na terceira idade, no entanto, os donos devem ficar atentos para vacinação, higiene, alimentação e outros aspectos do animal --itens que podem garantir o bem-estar na velhice.
Além de 19 pessoas, avião pode transportar 50 cachorros e gatos.
Companhia Pet Airways foi fundada pelo casal Alysa Binder e Dan Wiesel.
Do G1, em São Paulo, com agências
A Pet Airways, companhia aérea que oferece voos confortáveis para os bichinhos de estimação, fez sua primeira viagem nesta terça-feira (14) nos EUA. O primeiro voo decolou do aeroporto Republic em Farmingdale, no estado de Nova York.
Previsto para 19 passageiros humanos, o avião pode transportar 50 cachorros e gatos porque os assentos foram substituídos por três níveis de prateleiras onde foram colocadas jaulas especialmente fabricadas para o avião.
Protesto ocorreu na capital, Seul.
Sul-coreanos acreditam que a iguaria estimula a virilidade.
Do G1, com AP
Raio-X do animal mostra local onde objeto ficou por três dias.
Cirurgia de retirada do garfo durou cerca de 30 segundos.
Do G1, em São Paulo
O caso do cão que passou três dias com um garfo alojado no cérebro comoveu a equipe do hospital veterinário Cumberland Valley, em London, Kentucky, nos Estados Unidos.
Conforme o jornal "Daily Mail", a enfermeira Michelle Duncum, que estava de plantão quando o chiuaua Smokey chegou, se disse chocada com o que viu. "No começo, achamos que era um garfo pequeno. Quando ele chegou, não acreditamos no que vimos", contou Michelle.
O jornal divulgou nesta terça-feira (14) um raio-X de Smokey, que mostra o objeto alojado no cérebro do animal.
Durante uma festa, o cabo de um garfo de churrasco quebrou e um pedaço do objeto voou direto para a cabeça de Smokey, um filhote de três meses. Ferido, o cão correu para uma área de mato próxima à casa e ficou perdido por três dias até ser resgatado e levado para o hospital.
Na sala de cirurgia, o veterinário Keaton Smith levou cerca de 30 segundos para retirar o garfo. "Quando vimos o raio-X, ficou claro que o garfo não estava na cavidade do crânio ou atrás do olho, mas no cérebro", contou.
Depois da cirurgia, o cão ainda ficou com os movimentos de um olho lentos. "As terminações nervosas em torno do olho ainda parecem lentas, mas eu acho que ele vai se curar com o tempo. Ele é realmente um pequeno milagre", diz o médico.
'As pessoas se assustam quando veem ela pela primeira vez', afirmou dona.
Vira-lata Cristina ficou em segundo e a pelada mexicana Kika, em terceiro.
Hadja, a cadela da raça chinesa Sharpei de 11 anos de idade, foi escolhida pelos leitores do G1 a mais feia entre os 29 cachorros que participaram da eleição do cão mais feio. A vira-lata Cristina ficou em segundo lugar e a pelada mexicana Kika, em terceiro.
“Eu achava que a disputa seria entre a Hadja e a pelada mexicana Kika, mas a Hadja era muito mais esquisita. Para mim, ela é linda, mas ninguém acha”, disse ao G1 Cintia de Souza Araujo, de 26 anos, proprietária do animal. Veja abaixo galeria de fotos da vencedora.
Cintia disse que decidiu inscrever sua cadela da raça Sharpei chamada Hadja no concurso após sugestão de amigos e colegas de trabalho. “As pessoas se assustam quando veem ela pela primeira vez”, afirmou.
"No escritório onde eu trabalho, todo mundo conhecia a Hadja e votou nela", afirmou Cintia.
Foto: Reprodução/MyFOXNY
Um cachorro da raça chiuaua passou três dias com um garfo alojado na cabeça em Kentucky, nos Estados Unidos, segundo o site de notícias "My Fox NY".
Durante uma festa, o cabo de um garfo de churrasco quebrou e o objeto voou direto para a cabeça de Smokey, um filhote de três meses.
Ferido, o cachorro correu para o mato e ficou perdido por três dias até ser resgatado e levado ao hospital. Veterinários levaram 30 segundos para remover o garfo da cabeça do animal.
De acordo com os veterinários, Smokey se recupera bem.