quarta-feira, 17 de setembro de 2008
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Fernando Moreira: O Globo Online
Chihuahua deficiente aprende a andar como um canguru
A natureza é realmente algo impressionante. Volta e meia surge um curioso exemplo de superação. Veja o exemplo desse Chihuahua que nasceu sem os membros da frente, provavelmente por causa de procriação consanguínea, segundo veterinários. O cachorro conseguiu driblar a deficiência a aprendeu a andar como um canguru, saltando.
De acordo com reportagem do "Sun", Scooter tem três irmãos com o mesmo problema. Os donos dos cachorrinhos, Donna e John Imhof, desenvolveram também carrinhos para que os animais possam descansar quando não estiverem usando suas habilidades de canguru. Scooter é o mais saltitante.
"Dá bastante trabalho, mas vale a pena. E os amo", disse Donna, que é veterinária.
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
YouTube - PERRA SALVA A BEBE RECIEN NACIDO (21/08/08)
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
G1 > Tecnologia - NOTÍCIAS - Restrita a cães, rede social mistura Orkut com YouTube
Saiba mais sobre a rede de relacionamentos exclusiva para cães.
G1 > Tecnologia - NOTÍCIAS - Restrita a cães, rede social mistura Orkut com YouTube
sábado, 2 de agosto de 2008
G1 > Edição São Paulo - NOTÍCIAS - Veja passeio de cachorro gigante de 80 kg pela Av. Paulista
Seguidamente novas raças aparecem no Brasil trazidas por apaixonados pelos amigos caninos, é o caso desse wolfhound irlandês:
G1 > Edição São Paulo - NOTÍCIAS - Veja passeio de cachorro gigante de 80 kg pela Av. Paulista
sábado, 5 de julho de 2008
Salvamento





sábado, 10 de maio de 2008
A Natureza é Sábia!

Infelizmente, devido as complicações na gravidez, os filhotes nasceram prematuros e devido ao tamanho deles, morreram logo apos nascerem.

Após se recuperar do parto, a tigresa mãe, de repente comecou a ficar fraca, apesar de fisicamente estar muito bem. Os veterinários deduziram que a perda dos filhotes levou a tigresa à depressão. Os veterinarios decidiram então que: Se a tigresa pudesse cuidar de filhotes de outra tigresa, ela se recuperaria, provavelmente, da depressão.

Após percorrerem todos os zoológicos do pais, a má noticia de que não existia nenhum filhote de tigre recém nascido para dar a tigresa . Os veterinários entao decidiram tentar algo que nunca tinha sido tentado num zoológico antes.
Algumas vezes uma mãe de uma espécie pode vir a tomar conta de uma espécie diferente. E resulta que, os únicos orfãos que eles conseguiram achar, eram uns filhotes de PORCO.... sim, leitõeszinhos.

A equipe do zoológico e os veterinários enrolaram os filhotes de porco em peles de tigre e os colocaram perto da tigresa.
Será que os porquinhos se tornariam filhotes de tigre ou 'costeletas' de porco ??
Você acredita !!
terça-feira, 25 de março de 2008
Sul-coreanos pedem o fim do consumo de carne de cachorro
(Foto: Lee Jae-Won/Reuters)Sul-coreanos da Associação de Defesa Animal protestam perto da sede da prefeitura de Seul contra o consumo da carne de cachorro no país, um prato tradicional na região. Os cães usados durante a manifestação carregam no pescoço mensagens do tipo “Meu nome é Choonja. Não comam Choonja” ou “Meu nome é Sosoo. Eu sou seu amigo”.Lee Jae-Won/Reuters
sábado, 22 de março de 2008
Empresa dos EUA desenvolve gatos anti-alérgicos
setembro 25, 2006
Os gatos não devem provocar olhos vermelhos, espirros ou mesmo crises de asma que acometem as pessoas alérgicas, exceto nos casos mais graves.
A novidade deve encontrar uma grande demanda global em potencial. (BBC)
Empresa dos EUA desenvolve gatos anti-alérgicos
Gatos foram desenvolvidos sem alterações genéticas
Uma empresa americana de biotecnologia colocou à venda o que diz serem os primeiros gatos anti-alérgicos do mundo.
A empresa Allerca disse ter conseguido desenvolver os gatos eliminando um certo tipo de proteína que provoca reações alérgicas.
Os gatos não devem provocar olhos vermelhos, espirros ou mesmo crises de asma que acometem as pessoas alérgicas, exceto nos casos mais graves.
Apesar do alto custo – quase US$ 4 mil (cerca de R$ 8,8 mil) cada gato -, já há uma longa lista de espera para comprar os bichanos.
Pedidos
A Allerca começou a receber os pedidos pelos gatos anti-alérgicos há dois anos.
Para desenvolvê-los, a empresa testou um grande número de gatos tentando encontrar uma pequena fração deles que não tinha uma proteína presente na saliva, nos pelos e na pele e que é responsável por produzir crises de alergia.
Esses gatos que não possuíam a proteína foram então usados para procriar e gerar os novos gatos anti-alérgicos.
O porta-voz da empresa, Steve May, disse à BBC que o método de desenvolvimento dos gatos anti-alérgicos é natural, apesar de consumir muito tempo.
“Esta é uma divergência genética natural dentro do DNA dos gatos – um entre cada 50 mil gatos possui essa divergência”, disse.
“Os gatos com essa divergência foram encontrados e procriaram, então não há modificação genética.”
A novidade deve encontrar uma grande demanda global em potencial.
Somente nos Estados Unidos, estima-se que 38 milhões de residências tenham gatos. E cerca de 35% da população global sofre com algum tipo de alergia. (BBC)
quinta-feira, 20 de março de 2008
Casal inglês faz casacos com pêlo que caía de seus cachorros

Casal inglês faz casacos com pêlo que caía de seus cachorros
'Eles são quentes e quase à prova d´água', diz Brian Willis.
Sugestão veio de amigos que viam a quantidade de pêlo que os animais soltavam.
Do G1, em São Paulo
Reprodução/Daily Mail
Beth e Brian Willis exibem os casacos feitos a partir do pelo dos seus cães mortos (Foto: Reprodução/Daily Mail)Um casal inglês descobriu uma maneira de manter por perto a memória de seus amados cachorros, que já se foram: eles fizeram casacos usando o pêlo que os animais soltavam, de acordo com matéria publicada nesta quarta-feira (19) pelo jornal inglês “Daily Mail”.
Beth e Brian Willis disseram que os casacos os mantém secos e aquecidos, não importa qual seja a temperatura do gelado inverno na Inglaterra. “Eles são quentes e praticamente à prova d´água, declara Brian. Segundo ele, durante as baixas temperaturas o casal usa os casacos “o tempo todo”.
Sugestão
A idéia de usar o pêlo – normalmente retirado de lugares como o tapete e o sofá da casa – veio após a sugestão de alguns amigos, que viam a grande quantidade de material que os cães deixavam pela casa.
O primeiro casaco foi costurado a partir do pêlo de Kara, uma fêmea branca da raça russa Samoyed. “Conforme o pêlo ia caindo dela, eu recolhia e guardava o material”, explica Beth, de 71 anos.
Reprodução/Daily Mail
Penny e Kara, os cães que foram parar no armário de seus donos (Foto: Reprodução/Daily Mail)O primeiro casaco foi completado em 1990, quando Kara ainda estava viva. 12 anos após ela se ir, a vestimenta ainda está em perfeito estado. Quando o segundo cachorro da família – um Lapphund sueco chamado Penny – morreu seis anos atrás, Beth já estava com um novo casaco quase pronto.
Futuro
Beth e Brian comemoraram seus 50 anos de casados no ano passado e possuem três filhos, seis netos e dois bisnetos.
Segundo ela, o próximo casaco de pêlo de cachorro vai ter que esperar. Ela está muito ocupada tricotando suéteres para sua família – usando lã, desta vez.
Muitos donos acreditam que seus cachorros ficam mais bonitos de rabo empinado ou quase sem orelha. A mudança no visual só é possível, na maioria dos casos, após uma cirurgia nos animais.
Saiba mais
A prática é muito comum em cachorros treinados para o combate, como as raças pit bull e rottweiler, mas veterinários dizem que a operação é perigosa. “Não existe necessidade de expor o animal a um risco anestésico ou de pegar uma infecção durante a cirurgia. É um risco desnecessário, que o animal não precisa correr”, argumenta o veterinário Gustavo Seixas. O Conselho Federal de Medicina Veterinária proibiu nesta quarta-feira (19) duas práticas muito comuns no Brasil: a conchectomia, que é o corte da orelha do cachorro, e a onicectomia, que é a retirada da unha do gato. Segundo o conselho, a decisão foi tomada porque é preciso estabelecer uma convivência de respeito mútuo entre o animal e seu dono, e as cirurgias não trazem nenhum benefício aos bichos. A proibição pretende estimular os donos a conhecer os animais como eles realmente são e evitar as mutilações.
sábado, 8 de março de 2008
Menina adota tigre abandonado no RS
Ela usa metade da mesada de R$ 20 para ajudar a comprar comida para o felino.Animal foi deixado por funcionários de circo e levado para criadouro em Santa Maria.
Glauco Araújo Do G1, em São Paulo
Marina Chiapinotto/Ag. RBS
Luíza Prado Veppo Prolla, 9 anos, adotou tigre que está no Criadouro Conservacionista São Braz, em Santa Maria (RS) (Foto: Marina Chiapinotto/Ag. RBS)

A estudante Luíza do Prado Veppo Prolla, 9 anos, adotou, na terça-feira (26), um tigre que foi abandonado por um circo na cidade de Santa Maria (RS), em 2 de fevereiro. Ela usa metade de sua mesada, de R$ 20, para ajudar a comprar comida para o felino.
O tigre Taba, de 15 anos, foi abandonado com a leoa Milka, de 20 anos, em Panambi (RS). Os animais estavam com sinais de maus-tratos e foram levados pela Polícia Ambiental de Santa Maria para o Criadouro Conservacionista São Braz.
O pai de Luíza, o médico pediatra Ivo Prolla, 43 anos, disse que a colaboração da filha na adoção do tigre é simbólica, mas educativa. "Eu arco com o restante do custo de alimentação do tigre. Ela não quis adotar a leoa, que era a vontade inicial, porque o felino está doente. De qualquer forma, isso mostra a solidariedade que ela tem e será, com certeza, um grande aprendizado." "A leoa estava doentinha e achei que ela iria durar menos tempo, por isso quis ficar com o tigre", disse a menina.
Tratamento
A leoa sofre de fibrosarcoma nas narinas. "É um câncer grave que reduz muito a vida do felino. Não sabemos ainda como será feito o tratamento. Estudamos a possibilidade de cirurgia ou tratamento com remédios", disse Santos Braz, biólogo e ambientalista responsável pelo criadouro.
Ele disse que os dois felinos, por terem idade avançada, foram abandonados por "não servirem mais para o picadeiro". "Para você ter uma idéia, o tigre teve os caninos inferiores raspados pelos funcionários do circo. Quando eles foram trazidos para mim, estavam muito desidratados."
Santos afirmou que cada um consome, em média, 30 quilos de carne por dia. "Logo nos primeiros dias, eles chegaram a comer cerca de 40 quilos por dia, mas era por causa dos maus-tratos. Agora, estamos ensinando os dois a pegar presas vivas."
Susto
Aficcionada por animais de estimação e por felinos, a garota causou espanto entre os vizinhos de sua casa com a notícia da adoção. "Eles não acreditaram que eu tinha adotado um tigre de verdade. Todos diziam que era coisa da minha imaginação e que eu tinha adotado um tigre de pelúcia", disse Luíza.
Na escola, a menina também chamou a atenção com a decisão. "Meus amigos acharam a minha idéia legal. Tem até uma amiga minha que está pensando em fazer o mesmo, mas acho que ela vai escolher um pássaro", disse.
Cinéfila
Ela adora o Simba e a Nala, personagens do filme "O Rei Leão". "Já assisti várias vezes. Perdi a conta." A adoração de Luíza por animais não fica apenas nos filmes e no criadouro. "Temos quatro cachorros, um peixe, uma tartaruga e um hamster", disse o pai de Luíza.
Ele contou que a filha batizou a maioria dos animais de estimação da casa. " O bichon frisé (Bichon à poil frisé), de sete meses, recebeu o nome de Simba, por causa do filme. O outro bichon, de 4 anos, se chama Wendy", disse Prolla.
A border collie, de 2 anos, segundo o pediatra, foi batizada de Nala. "O hamster que temos em casa recebeu o nome de Timão, também personagem do filme O Rei Leão." A família ainda tem um pastor alemão (Deutscher Schäferhund), uma tartaruga e um peixe.
Adoção
Santos Braz disse que há outros animais no criadouro que podem ser adotados. "Queremos mesmo que a leoa seja escolhida por alguém ou por uma família, pois ela está bem debilitada e precisa de tratamento". Quem se interessar em adotar a leoa ou qualquer outro animal do criadouro pode entrar em contato pelo telefone (55) 3026-8925.
Para permanecer com a leoa e com o tigre, Braz terá de adaptar o espaço do criadouro para continuar com os felinos. "São medidas de segurança que farei questão de fazer para continuar a cuidar dos dois selvagens. Já recebi visitas de representantes regionais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) que conheceram o tigre e a leoa", disse.
sábado, 23 de fevereiro de 2008
Cão ganha nova família em programa de adoção no Recife
Leia também: Prefeituras investem em castração e chips
A situação piorou depois que o cerco a cães de raças consideradas perigosas apertou. Com medo da fiscalização, muita gente deixou seu animal na rua.
Na tentativa de amenizar o problema, ONGs e prefeituras atuam em campanhas e projetos que incentivam a adoção e o controle populacional de cães e gatos. No Recife, os servidores procuram novos donos para animais deixados nas ruas.
ONG coloca cães para adoção
Segundo Marco Ciampi, presidente da ONG Arca Brasil, as autoridades já têm percebido a importância de investir na prevenção do abandono. Ele destaca que também é necessária a conscientização dos donos. “É preciso ter a idéia da adoção muito amadurecida antes de fazê-la. Os laços entre animais e seus donos devem ser realmente fortes e o animal tem que ser encarado como uma vida, que não pode ser simplesmente descartada”, diz. Se você encontrou um cão ou gato abandonado e quer saber como ajudar, o primeiro passo é levar o animal a um veterinário para verificar seu estado de saúde. Se o animal for agressivo, chame uma instituição especialista.
Encontrei um animal abandonado. O que fazer?
1- Se o animal não for agressivo, procure levá-lo até um veterinário para verificar o estado de sua saúde;
2- Coloque cartazes, com a descrição do animal em clínicas veterinárias, pet shops e outros locais de circulação de pessoas na região onde você mora;
3- Fale com os vizinhos e comerciantes do bairro, já que o dono do animal pode estar fazendo o mesmo caso ainda queira encontra-lo;
4- Caso não consiga encontrar o dono do animal, tente lembrar de amigos, parentes, colegas e conhecidos que poderiam acolher o cachorro;
5- Encontre um abrigo enquanto você prepara o animal para a adoação. O ideal é que seja um espaço seguro e tranqüilo. Até que seja examinado e vacinado, é prudente que o animal fique separado de outros bichos;
6- Leve o animal a um veterinário para ser vacinado, vermifugado e castrado;
7- Divulgue a descrição do animal e encaminhe-o para adoção.
Em caso de famílias que não querem ou não podem mais continuar com seus animais de estimação, a recomendação é nunca abandonar o bichinho. “O ideal é encaminhar o cão ou gato para adoção, mas antes disso é importante lembrar que ele deve ter passado por um veterinário”, diz Ciampi.
Confira dicas da melhor forma de encontrar um novo lar para seu cão:
Não quero/posso mais ficar com meu animal. O que fazer?
1- Nunca abandone seu cão ou gato;
2- Antes de ser doado, o animal deve passar por um veterinário para ser vacinado, vermifugado e castrado;
3- Pense com cuidado e veja se entre seus parentes, amigos ou vizinho não há ninguém que possua condição adequada e queira adotar o animal;
4- Divulgue a adoção com cartazes em pet shops, clínicas veterinárias e demais pontos de grande circulação de pessoas;
5- Caso o animal seja de raça, você pode entrar em contato com associações idôneas de criadores da raça;
6- Murais virtuais na internet também podem ser uma boa saída. Você pode procurar por feiras ou eventos de adoção.
Final feliz
A família de Leilane Obadovski adotou, em dezembro de 2007, o cachorrinho Kuat. O animal, que hoje está com três meses, é a alegria dos filhos de Leilane, um menino de 1 ano e outro de 5 anos, e também é adorado por seu marido Fábio. “O Kuat é muito brincalhão, é um bebê mesmo. Toda a vizinhança brinca com ele quando passa”, conta. Segundo ela, o cão foi escolhido por seu filho mais velho. “Optamos pela adoção porque há muitos cachorros abandonados e todos eles precisam de um lar. Como meu filho queria muito um cachorrinho, deixamos que ele escolhesse”, diz. Além de Kuat, a família adotou, há cerca de dois anos, uma gata.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Celebrando Um Milhão de Assinaturas
Celebrando Um Milhão de Assinaturas
Apoiando a Declaração Universal de Bem-Estar Animal (DUBEA): um acordo entre pessoas e nações afirmando que os animais são sencientes e podem sofrer, e suas necessidades de bem-estar devem ser respeitadas e a crueldade contra os animais deve acabar de uma vez por todas.
Bem-vindos a esta mensagem muito especial do time Para Mim os Animais Importam. Estamos empolgados em anunciar que coletamos com
sucesso mais de um milhão de assinaturas apoiando a Declaração Universal de Bem-Estar Animal (DUBEA)!
Parabéns a todos que assinaram e a todos que ajudaram a popularizar a DUBEA.
Um milhão de assinaturas: o que isto significa?Esta novidade emocionante marca um grande progresso no andamento da DUBEA rumo às Nações Unidas. Os Governos agora serão solicitados a ouvirem com atenção o chamado de mais de um milhão de pessoas de todos os países do mundo que os animais merecem reconhecimento em nível internacional.
O Signatário Oficial 1.000.000…Temos a honra de anunciar o ganhador do Prêmio Nobel e Presidente da Costa Rica, Dr. Oscar Arias, como o signatário oficial 1.000.000. O Presidente Arias irá assinar formalmente a Declaração em uma cerimônia oficial e celebração cultural para os animais em São José no dia 5 de março de 2008. Este evento também será transmitido pela internet – leia mais informações sobre como você pode se envolver neste evento emocionante abaixo. Saiba mais sobre o Presidente Arias (em espanhol).
Como Chegamos a Um Milhão de Assinaturas?Quase 200 organizações de bem-estar animal e milhares de defensores do mundo todo vêm trabalhando muito para popularizar a DUBEA e recolher assinaturas.
A Semana dos Animais 2007 foi um grande sucesso com mais de 150.000 assinaturas coletadas em uma semana!
Do Brasil a Hong Kong, celebridades do mundo todo também deram seu apoio à Declaração e assumiram compromissos pessoais sobre como vão melhorar o bem-estar animal em suas próprias vidas.
Qual o próximo passo?Também esperamos que, no decorrer de 2008, autoridades locais, companhias, grupos culturais e religiosos e alguns políticos-chaves irão adotar Declarações de Bem-Estar próprias. Declarações locais e regionais irão ajudar a chamar a atenção para que governos nacionais façam o mesmo e dêem seu apoio oficial à Declaração Universal. Enviaremos detalhes desta campanha em breve.
Faça parte da CampanhaContinue acompanhando http://click.wspaupdates.org/?ju=fe62167475650c757314&ls=fe261d7875660c7e761272&m=fef31173726c01&l=feca15747261077c&s=fe2c157274650c75701273&jb=ffcf14&t= para acessar uma nova gama de recursos para ajudar você a coletar assinaturas na sua escola, faculdade ou trabalho.
Dois Milhões de Assinaturas em 2008Precisamos de sua ajuda para alcançarmos 2 milhões de assinaturas em 2008. Seguem algumas idéias para a coleta de assinaturas:
Imprima abaixo-assinados e colete assinaturas nas escolas, faculdades e nos locais de trabalho, ou em grupos sociais a que pertence na sua comunidade! Você também pode pedir ao seu veterinário local ou abrigo animal para coletarem assinaturas de seus parceiros que amam os animais!
Encaminhe a um amigo
A Sociedade Mundial de Proteção Animal (WSPA) está atuando como Secretariado para o comitê organizador intergovernamental da Declaração Universal de Bem-Estar Animal.
A WSPA é a maior federação mundial de bem-estar animal com mais de 770 grupos de bem-estar animal em 147 países. A WSPA está construindo um movimento global unificado para levar mais adiante nossa visão de um mundo em que a proteção animal seja importante, e em que a crueldade aos animais cesse.
Se tiver comentários ou indagações, por favor, nos contate em:declaracao@wspabr.org ou escreva para: WSPA Brasil Av. Princesa Isabel, 323 / 801 - Copacabana 22.011-901 Rio de Janeiro - RJ - Brazil website: http://click.wspaupdates.org/?ju=fe5c167475650c757312&ls=fe261d7875660c7e761272&m=fef31173726c01&l=feca15747261077c&s=fe2c157274650c75701273&jb=ffcf14&t=
sábado, 2 de fevereiro de 2008
Morte de benfeitor deixa cerca de 400 cães órfãos no RS
Pedro Borba se dedicou por 25 anos a recolher e cuidar de cachorros. Amigos e voluntários buscam ajuda para manter projeto.
Do G1, em São Paulo
Cynthia Vanzella/Agência RBS
Pedro Borba cuidava de cães que recolhia nas ruas de Porto Alegre
Cerca de 400 cães estão órfãos desde o domingo (27), quando seu benfeitor, Pedro Borba, de 69 anos, sofreu um infarto e faleceu. "Seu" Pedro, como era conhecido pelos amigos, se dedicava há 25 anos à causa de cães abandonados. Ele foi presidente da Associação Pró-Direito dos Animais (Aprocan) e atualmente cuidava sozinho dos cachorros que encontrava nas ruas da Região Metropolitana de Porto Alegre. Há quatro anos, com a ajuda dos amigos mais próximos, Pedro criou a ONG Onda – Organização Nacional de Defesa Animal. Por meio da entidade, ele conseguia dinheiro para comprar comida, medicamentos e pagar eventuais cirurgias para os cachorros. Com a morte repentina do benfeitor, o grupo de cinco voluntários busca alternativas para manter o projeto vivo. “Não sabemos como será a rotina porque cada um de nós tem seu emprego. O que já decidimos é que vamos nos esforçar para manter os cachorros que já temos, mas não vamos conseguir recolher mais nenhum da rua”, conta Karen Scheid, uma das voluntárias que pretende dar continuidade à obra do amigo. “Apesar de não termos tanta disponibilidade, não vamos abandonar os cães, até pelo grande respeito que temos pelo trabalho de Pedro. Ele vivia para isso. Era um dos mais antigos voluntários da causa aqui no Rio Grande do Sul e trabalhava sozinho pelo projeto no qual acreditava”, completa Karen.
Cães campeões levam vida de atleta
Corrida, natação, treino e viagens constantes fazem parte da vida dos animais. Para compensar o esforço, iscas de fígado, música para acalmar e sonecas no colchão.
Carolina Camargo Do G1, em São Paulo
Arthur Franco/divulgação
O husky siberiano Cashasha Con Limon é o vencedor do ranking da Confederação Brasileira de Cinofilia de 2007. )
Cashasha Con Limon corre seis quilômetros de segunda a sexta-feira. Além disso, faz natação, musculação e uma série de treinamentos. O husky siberiano venceu o ranking da Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC) e foi eleito o Melhor Cão do Brasil de 2007. “É um trabalho rigoroso”, afirma Tony Noronha, dono do animal e do canil Tunghat’s. “A vida desses cães é como se fosse a de um atleta”, atesta Marco Flávio Botelho, dono do Beagle Mac Bacc Alfa, o quinto colocado na lista.
Veja as fotos dos campeões
http://g1.globo.com/Noticias/0,,GF54413-5598,00.html
Mais do que esforço físico, Anna Maria Dalle Rose, dona de Taurus, Dobermann que ficou em segundo lugar no ranking, acredita que a sorte é um fator fundamental. “É como ganhar na loteria! 80% do que é preciso nasce com o cão e 20% é o que pode ser trabalhado”, afirma ela, que também é dona de Paco, Pug que foi Campeão do Mundo em 2004. Além da beleza e de ter todos os padrões exigidos da raça, é importante saber identificar um cão com potencial para ser campeão logo filhote. Entre as características principais, ele precisa ser social, alegre e ter atitude.
Ainda filhote
Os primeiros ensinamentos começam aos três meses de vida. É necessário que o cão aprenda a andar com a guia, a ficar parado de modo correto para poder ser avaliado pelos juízes nas competições e permanecer quieto para ser fotografado. “Na estrutura do meu canil, além da criação, mantenho um resort para cães. Todos são soltos diariamente, sempre acompanhados de um treinador, que prepara uma atividade recreativa adequada a cada animal. Cash, por exemplo, ama bolas”, detalha Tony.
Blanchos Keeper of The Stars, cão de crista chinês, ficou em terceiro lugar na lista. O treinamento é apenas uma parte da história. Para se tornarem campeões, os cães competem em exposições quase todos os finais de semana do ano – com exceção para o mês de janeiro – e vão acumulando pontos. Com isso, viagens - tanto pelo Brasil como para o exterior - são constantes na vida dos animais. “As exposições são cansativas. Se o cachorro não tiver um bom preparo físico, não rende”, fala Tony. “Às vezes, você viaja mais de mil quilômetros e, no Brasil, muitos hotéis ainda não aceitam cães então já dormi muitas vezes no carro”, relata Anna Maria.
Tratamento de Estrela
Durante o treinamento de Cash, Tony usa iscas de fígado assado para motivar o cão. “Além de serem saborosas, chamam a atenção devido ao forte aroma”, explica. Para compensar o esforço, um mimo especial. “Instalamos em nosso canil um sistema de som para tocar músicas calmantes – criadas por Roberto Menescal - a fim de relaxar nossos amigos”, conta Tony. No caso de Taurus, ele tem o privilégio de dormir em um colchão dentro de casa. “Faço isso para que ele não tenha calos”, explica Anna. Além disso, ela passa óleo de gengiroba e dá levedura de cerveja para o pêlo não queimar com o sol e ficar bonito sempre. “Não é bom dar muitos banhos também. Uma vez por mês já está bom. Não é uma raça com um cheiro muito forte”, ensina.
Apesar de ter morrido em outubro, o labrador Al Pacino ficou em 4º lugar na lista.
História trágica
Em outubro de 2007, Roberto Rodrigues viajou com Al Pacino, seu Labrador de três anos, para uma exposição em Porto Rico. Na porta do hotel, o carro, que estava com o cachorro dentro, foi levado por um ladrão.
O veículo foi encontrado três dias depois e Al Pacino estava morto. “A temperatura batia os 40º e todos os vidros estavam fechados”, relembra Roberto. “O mais estranho é que nada de valor foi retirado do carro: máquina fotográfica, carteira com dinheiro, mala com roupas”, completa. Apesar da tragédia e, mesmo sem competir nos últimos dois meses de 2007, o labrador ficou em quarto lugar no ranking. “Ele tinha uma longa carreira pela frente”, diz o dono. O governo de Porto Rico pagou a cremação do cachorro e a polícia do país ainda investiga o caso. “Al Pacino dormia na minha cama. Estava comigo mais do que a minha própria esposa”, fala Roberto, que gastou cinco mil reais em ligações para o Brasil enquanto estava no exterior. “Isso gerou um trauma muito grande. Fico nervoso e estressado quando tenho que sair com os outros cães de carro. Não é uma situação confortável”, comenta ele, que é dono do canil Summer Storm. “Nem quando minha mãe morreu fiquei tão triste”, completa.
Quanto vale o show
A maioria dos donos de campeões não gosta de falar em valores porque temem seqüestros. A campanha de um cão durante um ano pode ultrapassar os R$ 100 mil. Em alguns casos, os donos dos animais contratam profissionais denominados ‘handler’, que são responsáveis por levar os cães para exposições e apresentá-los aos juízes. O valor do trabalho chega a R$ 1,5 mil por final de semana mais despesas como hospedagem e alimentação. No entanto, ter um cão campeão além de trazer credibilidade para o criador, desperta o interesse de compradores não apenas no Brasil como também no exterior. “Neste ano exportamos 25 filhotes do Cash para países como EUA, Tailândia, Canadá, Argentina, China e África do Sul”, conta Tony. Um filhote do husky campeão custa US$ 1.500.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Cães do Brasil vivem menos.
RICARDO WESTIN da Folha de S.Paulo
Quanto tempo vive o melhor amigo do homem? Pelo senso comum, cachorro idoso é o que conseguiu chegar perto dos 12 anos. No meio veterinário, há relatos sobre animais que ultrapassaram a barreira dos 20. Em São Paulo, porém, a média de vida dos cães é de três anos.
A idade foi apontada por um levantamento feito na região metropolitana de São Paulo por pesquisadores de quatro universidades (USP, Unip, Unicsul e Metodista) e publicado na revista científica "Ciência Rural".
Eles não esperavam esse resultado. "Ficamos chocados. Quase não acreditamos. Três anos... A idade é baixa demais", diz o veterinário Henri Bentubo, um dos autores do estudo.
Cães de Primeiro Mundo são bem mais longevos. Pesquisas mostram que a sobrevivência média é de 9,9 anos nos EUA e de 11 na Inglaterra.
Para o estudo brasileiro, os pesquisadores se debruçaram sobre prontuários de clínicas veterinárias, canis particulares e um hospital universitário. Também ouviram pessoas que já tiveram cachorros. Coletaram informações sobre 2.011 cães que perderam a vida entre 1995 e 2005. Animais de rua não entraram nas contas.
Causa mortis
Houve, obviamente, animais que morreram com muito mais de três anos e outros que morreram com menos. A média foi puxada para baixo porque a principal causa de morte (35,11% dos casos) foram as doenças infecciosas, que afetam filhotes não-vacinados. As vítimas de infecção morreram, em média, com um ano de vida.
"As pessoas, na maioria, não sabem da importância das vacinas. Assim que adquirem o cachorro, querem sair para mostrá-lo. As chances de pegar uma doença são muito grandes. É preciso cuidar do filhotinho como se cuida do bebê", diz a veterinária Maria Anete Lallo, que participou do estudo.
Após as doenças infecciosas, apareceram os tumores (13,28%) e os acidentes com traumatismo (13,08%). Morreram de velhice só 5,57%.
O estudo derrubou o mito de que vira-latas são mais resistentes --viveram tanto quanto os puros. Mas houve diferença entre os sexos. Os machos (com 2,4 anos em média) morreram antes das fêmeas (4 anos). Eles "abandonam suas residências em busca de acasalamentos", afirma a pesquisa. Os castrados (9 anos) viveram mais que os não-castrados (3 anos).
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Exemplo de "Carrocinha".
FLORIANÓPOLIS.
A "carrocinha", veículo que sempre foi sinônimo de violência e extermínio de animais,não existe
mais em Florianópolis. A carrocinha está de cara nova e com nova missão. É uma unidade móvel de apoio aos animais feridos, atropelados ou agressivos. Funciona também como transporte para os animais que são esterilizados na campanha que começou em Agosto de 2005.Nos mais de 250 km que circula por dia, na cidade, a “carrocinha” vai levando uma mensagem positiva a favor das adoções, das esterilizações como forma de controle populacional, e divulgando a legislação que protege os animais.
Para conhecerem o projeto visitem o site da Prefeitura de Florianópolis
http://www.pmf.sc.gov.br/bemestaranimal/cuidados.php
Carrocinha nas Ruas de Uruguaiana.
06/12/2007
Carrocinha nas ruas
Uruguaiana terá um prazo de seis meses para a construção do Centro de Controle de Zoonoses que abrigará os animais de pequeno e grande portes que forem recolhidos das ruas e estradas. A obra construída em convênio com o governo federal, que destinará R$ 792 mil para a execução da obra, e com contrapartida de R$ 242 mil da prefeitura, localizada-se ao lado da BR 472, próxima ao Salso, na antiga Usina de Compostagem, obra abandonada e que serve para depósito de restos de animais carneados.No Brasil, encontram-se em funcionamento 230 centros que protegem 45% da população por meio de ações integradas de controle e manejo de animais. Conforme o diretor do Meio Ambiente, Francisco Valls de Moraes, a escritura (direito de posse) da área de 4 hectares da área do Centro de Zoonoses foi encaminhada ao Ministério da Saúde, em Brasília, juntamente com o projeto sanitário.A obra de construção está prevista para o início de 2008. A verba do Centro servirá também para a compra de um veículo de pequeno porte, com grades, para apreensão de gatos e cães, e um caminhão para transporte de animais de grande porte, mais especificamente, eqüinos, bovinos e ovinos. Moraes tranqüiliza a população quanto ao tratamento a ser dispensado aos animais no Centro de Zoonoses. “Eles receberão atenção nas áreas de saúde e alimentação”, garante, acrescentando que o veículo, comparado a popular “carrocinha”, percorrerá as ruas com servidores habilitados na apreensão de gatos e cães. O proprietário pagará uma taxa, cujo valor ainda não foi estipulado, para ter o animal de estimação de volta.
Falta mais esclarecimentos por parte do Dr. Francisco Valls de Moraes quanto ao tempo que os animais recolhidos ficaram no CCZ.
P.S. Enquanto postava essa notícia, recebo a visita do Dr. Francisco V. de Moraes e aproveito para esclarecer esta e outras dúvidas.
Quanto ao tempo de estadia, fui informado que aqueles animais doentes, sem condiçoes* de tratamento devido à doenças terminais ou de custo elevado para a Prefeitura, sofrerão eutanásia.
Os animais saudáveis, ou que tenham apenas parasitas externos e internos terão tratamento custeado pelo CCZ e permanecerão na instituição indefinidamente, até que alguém deseje adotá-los.
Os animais recolhidos e que tiverem dono, serão microchipados e após o pgto das devidas taxas, pelo proprietário, serão devolvidos ao mesmo.
Essas são algumas dúvidas.
O Dr. Francisco V. de Moraes ficou de encaminhar para esse blog todos os esclarecimentos referente à instalação do CCZ bem como o projeto ambiental exposto durante palestra à comunidade.
Aguardaremos e cobraremos.
* As condições citadas, serão de acordo com a avaliação dos Veterinários do CCZ
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
PACIÊNCIA TEM LIMITE!
Haja paciência!!!
Vejam esse vídeo.
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