sexta-feira, 24 de setembro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Cadê o cachorro que estava aqui? Veja dicas de segurança para os mascotes | Variedades - Donna
Manter uma plaquinha com os contatos do dono ajuda na hora da devolução do pet
Só quem já perdeu um bichinho de estimação sabe o que é a agonia e a sensação de impotência diante da situação. Animais fujões muitas vezes pregam peças em seus donos, que fazem de tudo para reencontrá-los.
Conheça algumas histórias comoventes de pessoas que perderam seu animal de estimação e depois o reencontraram
Foto: Stock Photos, DivulgaçãoFoi o que aconteceu com Helceny Fonseca. A angústia da professora durou exatamente um ano e meio, tempo em que Bele ficou longe de casa. Quase milagrosamente, a simpática poodle encontrou o caminho do lar quando Helceny já tinha perdido a esperança de encontrar sua companheira.
Helceny conta que havia deixado Bele na casa do irmão porque ia receber amigos para um churrasco e achou mais seguro deixá-la em um lugar protegido. “Quando meu irmão disse que ela havia sumido, foi um desespero. Fizemos de tudo, colocamos cartazes em padarias, bares, pontos de ônibus, fomos em todos os pet shops da região, postamos anúncios na internet, contratamos carro de som, fizemos muitas caminhadas… e nada. Eu saía com o meu carro na esperança de que ela pudesse ouvir o barulho do motor e reconhecê-lo, tudo em vão”, relembra.
Isso aconteceu em outubro de 2008. Em fevereiro de 2010, a cachorrinha apareceu em frente ao portão da casa da professora.
— Eu não a reconheci, ela estava superpeluda e eu sempre deixei meus cachorros com o pelo bem tosadinho — lembra. — Quando vi a cadelinha pulando em cima de mim e correndo pela casa inteira, achei que pudesse ser de algum vizinho e que ela estava apenas passeando, querendo brincar com as outras cachorrinhas da minha casa.
Foi o filho de Helceny quem a alertou.
— Ele disse: Mãe, só pode ser a Bele.
Mateus conta que a reconheceu porque ela pulava em cima dele muito feliz e andava pela casa como se já conhecesse.
— Minha mãe ainda não estava acreditando. Ela tirou a prova quando procurou por uma cicatriz que a Bele tem perto do olho por causa de uma cirurgia que fez quando ainda era bem pequenininha — detalha. — Quando vi a cicatriz comecei a chorar, foi muito emocionante. O cão tem uma relação muito forte com o dono, não dá para explicar — afirma Helceny.
Até hoje ela se indaga: como ela conseguiu voltar para casa?
Fujonas incorrigíveis
Quando Lilica, um labrador fêmea de quatro anos, fugiu, a fotógrafa Érika Muniz estava viajando. Ela conta que as suas duas cadelas, Nala, uma mistura de pastor com rottweiler, e Lilica, viviam fugindo.
— Era comum, todos os vizinhos já reconheciam e as entregavam aqui em casa. As duas cavavam no quintal e sempre davam um jeito de escapar. A Lilica, que é mais sapeca, ainda por cima sempre perdia a identificação. Nós já botamos umas cinco plaquinhas nela — conta.
A fotógrafa fez de tudo para encontrá-la.
— Colocamos cartazes e anúncios em todos os lugares possíveis. Eu saía para caminhar com a Nala e falava: ‘Nala, procura a Lilica!’ E ela começava a chorar também. As duas são como irmãs.
Érika e Nala bateram de porta em porta, até que, três semanas depois, ligaram avisando que ela havia sido encontrada.
— Cinco dias depois disso, as duas escapuliram de novo, aí decidimos colocar folha de zinco em todo o quintal, agora elas não fogem mais.
Não os perca de vista
:: Sempre que for passear com o animal, coloque guia e coleira. Às vezes, os bichos se assustam com barulhos, saem correndo e podem se perder.
:: Mantenha a plaquinha de identificação do seu animal atualizada, com telefone e endereço.
:: Caso ele fuja, é importante fazer cartazes e faixas, além de conversar com vizinhos e comerciantes da região. Muitas vezes, eles podem ajudar.
:: Procure em lugares distantes, o animal tem capacidade de andar muito. Às vezes, eles são encontrados em lugares inesperados.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Está provado a vergonha e o descaso!
ATÉ QUANDO ISSO VAI CONTINUAR?
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Tragédia Anunciada-Canil de Uruguaiana

Canil Municipal - uma calamidade!
Concluída vistoria ao Canil Municipal, instalado na antiga COBEC, o promotor público estadual, Cláudio Ari Mello, constatou o estado precário em que se encontram os animais e a péssima infraestrutura disponível. O promotor classificou as condições do Canil como sendo vergonhosas, um exemplo de estupidez, acrescentando compreender a indignação da comunidade, e ter ficado deprimido com o que viu. Segundo Mello, o MP estaria disposto a doar R$ 15 mil ao Canil [obtidos por meio de ajustamentos ambientais], porém os recursos seriam irrisórios dadas as condições mínimas de atendimento aos animais. Assim, Mello procurou o secretário de Saúde e vice-prefeito, Luiz Schneider, solicitando providências imediatas para amenizar o sofrimento dos cães, listando um conjunto de ações: cobertura do espaço [os a nimais ficam expostos às temperaturas extremas do inverno e verão; veterinário de plantão em tempo integral; separação entre machos e fêmeas; separação entre filhotes e adultos; separação entre cães sarnosos e portadores de outras zoonoses dos sadios, e equipe permanentede higienização. O promotor Cláudio Ari Mello informou a Secretaria de Saúde que não sendo cumpridos os apontamentos, ajuizará ação de interdição do canil.
Fonte:Blog Tribuna de Uruguaiana
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Retratos de uma tragédia: as imagens que a BP não quer mostrar | ANDA - Agência de Notícias de Direitos Animais
(da Redação)
A empresa British Petroleum, responsável por uma das maiores tragédias ambientais no planeta, desde o início tenta encobrir o alto número de vidas animais perdidas no vazamento de petróleo no Golfo do México. A administração da empresa tem mantido jornalistas fora das áreas mais atingidas pelo óleo e ameaça prendê-los se eles tentarem tirar fotos. Mesmo sob todas as intimações, corajosos fotógrafos conseguiram registrar a terrível situação de alguns animais vítimas dessa tragédia sem precedentes.
Flagrante de um peixe, entre milhares de outros, que morreu na catástrofe. Foto: Getty Images
Imagem de uma foca vítima da catástrofe. Como ela, milhares de animais morreram. Foto: sem crédito
Um pelicano-marrom aparece na praia totalmente coberto por uma pesada camada de óleo, na costa da Louisiana. (Foto: AP / Charlie Riedel)
Mais um pelicano morto pelo derramamento de óleo. Foto: Charlie Riedel
Uma tartaruga morta flutua em uma poça de óleo na costa da Luisiana. Foto: AP / Charlie Riedel
Pelicano, coberto pelo óleo, grita por ajuda. Foto: AP/Charlie Riedel
Pássaro morto flutua na mancha de óleo. Foto: AP/Charlie Riedel
Tartaruga marinha morta é encontrada atolada no óleo. Foto: Reuters/ Lee Celano)
Um pássaro ainda filhote foi resgatado completamente coberto de óleo. Nesses casos, a chance de sobreviver é pequena. Foto: Reuters/Lee Celano
Uma garça jovem senta-se para morrer no meio do óleo que invadiu um manguezal Foto: AP / Gerald Herbert
Um pássaro coberto de óleo luta para sobreviver ao lado de uma embarcação Foto: AP/ Gerald Herbert
Um pássaro bebê preso no lamaçal de óleo tenta se alimentar com um peixe deixado por sua mãe. Foto: Julie Dermansky
Um golfinho é retirado sem vida das águas do Golfo do México. Ele morreu sufocado pelo óleo numa das áreas com maior biodiversidadedo planeta. Foto: sem crédito
sábado, 7 de agosto de 2010
YouTube - Stray Animals Foundation
"Você acha isso ultrajante?"... "Você ainda acha isso ultrajante?", "Trate com igualdade".-FRASE FINAL TRADUZIDA.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Você precisa conhecer Molly...
Uma história para elevar o coração sobre a coragem animal
Esta é Molly. Ela é uma égua salpicada de cinza que
foi abandonada pelos seus donos quando o furacão
Katrina atingiu o sul da Louisiana. Ela passou semanas
perambulando solta antes de finalmente ter sido resgatada e levada
a uma fazenda onde animais abandonados estavam aglomerados. .
Enquanto esteve lá, ela foi atacada por um cão pitbull terrier
e quase morreu. Sua pata direita dianteira mordida se
infecionou, e seu veterinário buscou ajuda na LSU, mas a
LSU estava sobrecarregada, e esta égua estava abandonada.
Você sabe como estas coisas são.
Mas após o cirurgião Rustin Moore encontrar Molly,
ele mudou de idéia. Ele observou como a égua era cuidadosa
ao se deitar em lados diferentes para não desenvolver
feridas, e como ela deixava que as pessoas cuidassem
dela. Ela protegia sua pata machucada, mudando
constantemente seu peso para não sobrecarregar
a pata boa. Ela era um animal inteligente com uma
grande ética de sobrevivência.
Moore concordou em amputar sua pata abaixo do joelho,
e construiram um membro artificial temporário. Molly
saiu caminhando da clínica e sua história
realmente começa aqui.
"Este era o cavalo certo com um dono certo" -
Moore insiste. Molly foi uma paciente especial.
Ela era muito resistente, mas ao mesmo tempo doce,
e tentava colaborar mesmo sentindo dor.
Ela compreendia que estava em dificuldades. Além do
mais, conseguiu uma nova dona que realmente se dedicou
a providenciar os cuidados diários necessários
por toda a vida do animal.
A história de Molly tornou-se uma parábola de vida na
Louisiana pós-Katrina.. ..
Esta pequena égua ganhou peso e
sua crina ganhou mãos que a penteasse.
Um desenhista de prótese humana construiu sua perna.
O protético deu à Molly uma nova vida,
diz Dra. Allison Barca, veterinária de Molly.
E ela pede ajuda. Ela estende sua pata amputada,
e vem até você pedindo que coloque a prótese
no lugar. Algumas vezes ela quer que a prótese seja retirada.
E algumas vezes, Molly se afasta da Dra. Barca
- Pode ser bem complicado quando você não consegue
pegar um cavalo de três patas - ela diz rindo.
O mais importante de tudo - Molly tem um novo trabalho.
Kay a proprietária da fazenda de resgate
começou a levar Molly a abrigos, hospitais, asilos e centros de
reabilitação em qualquer lugar onde ela via que as pessoas
precisavam de esperança. Aonde Molly ia, ela mostrava às
pessoas sua pata. Ela inspirava as pessoas e
se divertia fazendo isso.
- É óbvio que Molly tem um grande papel a desempenhar
na vida - Moore disse. Ela sobreviveu ao furacão,
já sobreviveu a um grave ferimento e agora está
passando esperança para outras pessoas.
Dra. Barca concluiu: "Ela ainda não voltou ao normal,
mas está melhorando cada vez mais... Para mim, ela
é símbolo de força e coragem."
Esta é a prótese mais recente de Molly. A foto
abaixo mostra a face que toca o solo,
onde uma carinha sorridente foi gravada... Aonde
Molly for, ela deixa uma pegada de casco sorridente
As criaturas de Deus frequentemente refletem
o temperamento que gostaríamos de ter.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
G1 - Destaque em concurso de cão mais feio, Miss Ellie morre aos 17 anos - notícias em Mundo
Cachorra levou o título na categoria de cães com pedigree.
Animal participava de eventos beneficentes e concursos.Do G1, com agências internacionais
Miss Ellie foi uma das favoritas no concurso de cão
mais feio do mundo de 2009 (Foto: Noah Berger/AP)A cadela da raça cristado chinês Miss Ellie, destaque em concursos de cães mais feios, morreu aos 17 anos em Pigeon Forge, no estado americano do Tennessee.
Quando tinha sete anos, a cachorra foi adotada por Dawn Goehring, que a levou para diversos eventos beneficentes em prol de outros animais abandonados e "concursos de feiura".
Ellie participou ainda do programa "Dog 101", do canal Animal Planet, e levou o primeiro lugar na categoria cães com pedigree no concurso de cão mais feio do mundo de 2009, realizado durante a feira de Sonoma-Marin, que é realizada em Petaluma, no estado da Califórnia (EUA).
Para homenagear os esforços de caridade de Ellie – ela ajudou a arrecadas mais de US$ 100 mil em sua comunidade ao longo dos anos –, o prefeito da cidade proclamou o dia 12 de novembro como "Miss Ellie Day".
"Não foi totalmente inesperado, embora ela estivesse bem", disse Dawn sobre sua morte. A dona vai prestar suas condolências a Ellie arrecadando dinheiro para um novo abrigo de animais. "Vou transformar isso em meu objetivo maior em sua honra", afirmou
domingo, 30 de maio de 2010
Animais são torturados e executados em distribuidora de pet-shops - News - Virgula
Ratos sofrem com os maus-tratos da Sun Pet.
Rafael Takano
Publicado em 28/05/2010 17h21
Ratos nunca foram os animais preferidos dos seres-humanos. Mas ninguém tem nojo de um hamster bonitinho e limpinho brincando na roda da sua gaiola. Animais de estimação são vistos por nós com carinho e afeto.
Uma investigação com câmera escondida da PETA (Pessoas pelo tratamento ético aos animais), organização que luta pelos direitos dos animais, revelou um tratamento cruel em pet shops dos Estados Unidos.
A distribuidora Sun Pet Ltds., com base em Atlanta, Estados Unidos, foi o alvo das investigações. O infiltrado do PETA passou três meses trabalhando na empresa que despacha animais para diversas redes de pet shops dos Estados Unidos. Alguns dos maiores clientes da Sun Pet são a PetSmart, PETCO, Pet Supplies e até o Walmart.
Hamsters ficam amontoados e estressados, gerando violência entre os roedores (Foto: Divulgação/PETA)
O que a investigação revelou é o péssimo tratamento com os animais. Tratam roedores e passarinhos como se fossem mercadorias sem vida. Na verdade, as piores imagens mostram funcionários tirando a vida dos animais. Uma delas joga hamsters vivos dentro de um saco plástico. Ela gira o saco e bate com os animas em uma mesa. Um dos animais dentro do saco continua vivo, respirando freneticamente por sete minutos.
“É só apertar a barriga deles como um controle de Playstation” diz um dos supervisores durante treinamento. O objetivo nesse caso era descobrir o sexo do animalzinho. Depois emenda um “se você jogar eles contra a parede eles caem e voltam correndo na sua direção”. Dá para imaginar como ele fez essa descoberta assombrosa.
O que era pra ser um animalzinho de estimação bonzinho, limpinho, carinhoso, acaba virando mais um bicho doente (Foto: Divulgação/PETA)
Isso tudo sem comentar nas condições em que esses animais são “estocados”. Contêineres e caixas absolutamente lotadas de animais. Eles dormem, defecam, urinam e se alimentam no mesmo espaço. Lembra o ambiente de uma cela superlotada das cadeias brasileiras. É muito errado tratar assim os criminosos que estão ali para se regenerar. Imagina esses bichos que nunca pensaram em fazer mal a ninguém...
Uma delegação do Departamento de Agricultura do Estado da Georgia visitou as instalações da Sun Pet no dia 22 de abril. Aparentemente a empresa recebeu um alerta e teve tempo de maquiar os estoques, então a vistoria não encontrou irregularidades.
Claro que ninguém vai matar ratinhos indefesos arrebentando eles na mesa na frente da vigilância, né? Mas as imagens não mentem. Veja o vídeo:
Another PETCO and PetSmart Supplier Caught
on Video Mistreating Animals.
Find out more at PETA.org.Saiba mais em PETA.org
Nota do Blog: Jamais,em hipótese alguma, permite-se uma crueldade dessas em prol do comércio ganancioso.Devemos combater com veemência toda e qualquer agressão contra todos os animais,humanos ou qualquer ser vivo.
A By Animals não vende animais em suas dependências e é contra esse tipo de atividade.Somos favoráveis ao lema da Suipa que diz:
PET SHOP LEGAL,NÃO VENDE ANIMAL.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
G1 - Para proteger bacalhau, Canadá estuda matar 220 mil focas em 5 anos - notícias em Ciência e Saúde
Meta é evitar que mamíferos comam o peixe, valioso à indústria pesqueira.
Alternativa é esterilizar fêmeas; ambas ações custarão até US$ 35 milhões.Da France Presse
Golfo de St. Lawrence, no Canadá: foca nas
proximidades da carcaça de animal caçado
(Foto: Humane Society International/AFP-25-3-2009)As autoridades canadenses avaliam a possibilidade de matar 220 mil focas cinzentas ou esterilizar 16 mil fêmeas num período de cinco anos, na ilha Sable Island, costa leste, para proteger a pesca do bacalhau, segundo documento oficial divulgado nesta sexta-feira (28).
Segundo o texto, o Ministério de Pesca e Oceanos do Canadá estima que 300 mil focas cinzentas que vivem na região dizimam as populações de bacalhau.
A iniciativa foi criticada por Mark Butler, do Centro de Ação Ecológica de Halifax, para quem essa não é uma solução de longo prazo.
Caçador de focas canadense em ação na abertura
da temporada de caça comercial 2010, em
Newfoundland (Foto: International Fund For Animal
Welfare / AFP 8-4-2010)"Se começarmos a matar focas para proteger o bacalhau, o morticínio deverá continuar durante séculos porque seus predadores naturais [como os tubarões] já foram dizimados. É um círculo vicioso", disse.
A Sable Island é considerada um paraíso das espécies. Segundo o informe, 80% das focas da região reproduzem lá e convivem com 400 cavalos selvagens e mais de 300 tipos de aves dentro de um ecossistema fragilizado.
Tanto a matança quanto a esterilização, decisões ainda não tomadas pelo governo; custariam entre US$ 20 milhões e US$ 35 milhões, exigindo o envio de veículos, combustível e trabalhadores.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
G1 - Centro médico dos Estados Unidos ‘contrata’ cachorro terapeuta - notícias em Ciência e Saúde
Clínica Mayo até lançou livro infantil inspirado na atuação do animal.
Jack, cão de estimação de uma funcionária, visita 8 a 10 pacientes por dia.Do G1, em São Paulo
Jack, terapeuta que atende na Clínica Mayo, nos EUA (Foto: Clínica Mayo / divulgação)
Jack não é formado em medicina nem pode ser qualificado como enfermeiro. Mas dá expediente todos os dias em um dos centros médicos mais importantes dos Estados Unidos, ainda que tenha apenas 9 anos de idade. Além da tenra idade e da falta de formação profissional específica, ocorre que Jack é um cachorro. O pinscher integra a equipe de tratamento da Clínica Mayo, ajudando os pacientes em atividades físicas, reabilitação e terapia da fala. Bicho de estimação de Márcia Fritzmeier, funcionária da clínica, Jack visita de 8 a 10 pacientes diariamente.
Livro inspirado no trabalho de Jack tem prefácio
redigido por Laura Bush, ex-primeira dama dos EUA
(crédito: Clínica Mayo / divulgação)“Por que utilizamos um animal na terapia de pacientes da Clínica Mayo? Porque funciona!”, diz Brent Bauer, do departamento de medicina complementar e integrativa da Mayo. “Quase todos os pacientes se sentem melhor depois de uma visita de um cachorro como Jack. Mais que isso, estudos científicos têm comprovado que esse tipo de terapia pode reduzir a dor em crianças, ajudar a alcançar melhores resultados no tratamento de adultos hospitalizados com insuficiência cardíaca e reduzir o uso de medicamentos em pacientes idosos.”
Com base nessas constatações, Edward Creagan, do departamento de oncologia da instituição, elaborou a pesquisa “Dimensão da Cura por Animais de Estimação”. O trabalho, um ensaio acadêmico, virou a base para uma espécie de homenagem a Jack: o “primeiro animal em serviço na Mayo”, como é qualificado pela instituição, inspirou um livro infantil, “Dr. Jack”. Barbara Bush, ex-primeira dama dos EUA e uma das curadoras da clínica, escreveu o prefácio.
terça-feira, 25 de maio de 2010
Bichos - NOTÍCIAS - No abrigo ou na internet, saiba como adotar um bicho
Adoção de animais abandonados vira moda e ganha status de causa – confira como e onde escolher seu amigo carente
por Débora Yuri - 24/05/2010 - 18:01
Adotar bichos abandonados está na moda. Os pets estão saindo das ruas de São Paulo e ganhando casa própria e cuidados por meio de feiras, corners em megalojas, abrigos de ONGs e, quem diria, da internet. Não há dados oficiais sobre a população nacional de cães e gatos de rua. A Mars Brasil, dona da marca Pedigree, que lançou o programa Adotar É Tudo de Bom, no final de 2008, estima em 20 milhões o número de cachorros carentes no país – quase um bicho para cada dez brasileiros. ONGs participantes do projeto registraram crescimento na procura por bichos sem lar acima de 400%.
“O aumento da adoção vem do esforço das ONGs, de campanhas de conscientização do governo e da mudança de comportamento da população”, diz a advogada Vanice Orlandi, presidente da UIPA (União Internacional Protetora dos Animais), fundada em 1895 e que doa de 600 a mil cães por ano. “Hoje, adoção é prática popular e divulgada, por isso mesmo endurecemos nossos critérios.”
A instituição exige do adotante comprovante de renda e endereço e reforça que o animal vai viver de 12 a 15 anos, pesando no orçamento familiar. “Sabemos que muitos adotantes mentem, falam que têm espaço para um são-bernardo em casa. Quando vamos ver o local, é só uma área de serviço minúscula. Tentamos evitar a ação por impulso.”
Se você já passou da “fase do impulso” e quer levar para casa um bicho abandonado, melhor evitar as feiras de adoção. Cada vez mais comuns na cidade, elas são condenadas por veterinários e defensores de animais, pois expõem os bichos a calor, chuva, sujeira, excessivo contato com gente e estresse. A exceção são as ONGs que atuam longe de seus abrigos e expõem os animais em um local fechado. É o caso da Vira-Lata É 10, que tem espaço fixo e interno na loja Cobasi Villa-Lobos.
A internet assumiu papel decisivo para a recente onda de adoções em São Paulo. Mas também tem suas recomendações de conduta, como visitar abrigos pessoalmente antes de eleger um bicho. A rede cristalizou ainda o perfil do novo adotante: jovens da classe alta, para quem acolher um cão ou um gato de rua ganhou status de causa.Instituição pede até comprovante de renda para proteger o bicho
“A Web 2.0 impulsionou nosso sucesso, porque permite interação real, e isso mobiliza as pessoas”, diz a veterinária Cynthia Schoenardie, gerente do Adotar É Tudo de Bom. “Há um grande engajamento de internautas jovens, na faixa dos 20 a 30 anos, com alta escolaridade. O adotante agora passa a imagem de descolado.”
Replicado da campanha mundial da Pedigree, o programa gerou a adoção de quase 10 mil cães em 18 meses, com 32 ONGs apoiadas, e seu website bateu 120 milhões de page views. No Brasil, o projeto nasceu na própria web, em 2008, com Yahoo!, Google e MSN se unindo pela causa. Cada portal escolheu um cão abandonado “real” com a missão de lhe encontrar um lar, e eles foram para o YouTube, Orkut, Flickr e Messenger.
Em 2009, os cães órfãos chegaram ao Facebook e ao Twitter e foi lançada uma campanha solidária no YouTube: cada visualização de vídeo viraria um prato de comida para os bichos abandonados. “O Twitter foi um dos responsáveis pela viralização da campanha: no pico de acessos no primeiro dia, eram postados dois tweets por segundo sobre as ações. Os blogueiros também foram. Atingimos nossa meta, de 100 mil acessos, em seis dias”, lembra Cynthia.
A UIPA também aderiu às redes sociais. Dez perfis de seus bichos foram colocados no Facebook, e o usuário podia ajudá-los adotando-os, fazendo uma doação a partir de R$ 20 ou os sugerindo como amigos para sua rede. Em três dias, eles fizeram mais de mil amigos.
Foi por causa da internet que o projeto caseiro Adote um Gatinho virou ONG, segundo a jornalista Susan Yamamoto, uma das sócias. “Em 2002, eu me interessei por proteção animal participando de grupos de discussão no Yahoo!. Criei um site para divulgar os gatinhos que levava para casa, e eles começaram a ser adotados”, conta.
De lá para cá, 3.000 gatos acharam um lar. O site hoje registra 150 mil page views mensais, e a equipe tem 44 voluntários, “todos jovens”, um deles responsável apenas por alimentar Twitter, Facebook e Orkut. “A internet continua sendo nossa principal ferramenta, pois não fazemos feiras e só doamos para quem prova que tem condições financeiras”, diz Susan.
O bê-á-bá da adoção
» A internet é ótima para busca e triagem iniciais, mas é bom visitar o abrigo e interagir com o animal antes de levá-lo para casa
» Desconfie de ONGs e abrigos que não fazem entrevista com o adotante ou que passam informações vagas sobre saúde e personalidade dos animais
» Observe se o bicho não tem secreção nos olhos e no nariz, se é ativo e se sua pelagem é uniforme
» Investigue o comportamento do bicho. Ele é agressivo? Violento? Observe sua interação com as pessoas e os outros animais do abrigo
» Bichos adultos também aprendem e se adaptam a um novo lar – e geralmente são mais tranquilos e sossegados
» É normal que as instituições cobrem alguma taxa para manter suas atividades. Depois da adoção, leve o pet ao veterinário para colocar em dia vacinação e vermifugação, além de exame de fezes e hemograma
» Se já tem animais em casa, não misture os novos amigos logo de cara. Recomenda-se uma “quarentena” de ao menos uma semana
» Um bicho adotado não requer cuidados diferentes. É lenda a crença de que vira-latas são mais resistentes que os puros-sangues mauricinhos
Pandora » R. Oscar Freire, 809, Jardins, tel. 3081-3239; Adotar é tudo de bom » www.adotaretudodebom.com.br; Adote um gatinho » www.adoteumgatinho.com.br; Cobasi villa-lobos » R. Manoel Velasco, 90, Vila Leopoldina, tel. 3831-8303, www.cobasi.com.br; UIPA (União Internacional Protetora dos Animais) » www.uipa.org.br; Vira-lata é 10 » www.viralataedez.com.br
segunda-feira, 24 de maio de 2010
G1 - Bombeiros resgatam cachorro que ficou preso em calha - notícias em São Paulo
Caso aconteceu em uma escola de Guarulhos no fim de semana.
Animal passou a noite preso; resgate precisou ser cuidadoso.Um cachorro caiu em uma calha que serve para escoar a água da chuva em uma escola de Guarulhos, na Grande São Paulo, e passou a noite preso no local durante o fim de semana.
O pastor alemão só foi localizado por sua dona, que é zeladora da escola, na manhã seguinte do acidente. Ela chamou o Corpo de Bombeiros, que fez um resgate cuidadoso. Foi preciso quebrar parte do concreto para retirar Rincon sem machucá-lo. O animal saiu do local sem ferimentos
sábado, 22 de maio de 2010
G1 - Dono diz que vai processar pet shop após morte de cachorro em banho - notícias em Rio de Janeiro
Sofia (na parte inferior da foto) morreu após sofrer
acidente durante uma sessão de tosa e banho em
pet shop, em Ipanema (Foto: Arquivo Pessoal)A morte de um cão da raça maltês durante uma sessão de banho e tosa num pet shop em Ipanema, na Zona Sul do Rio, pode parar na Justiça. O diretor de uma revendedora de carros Luiz Alberto Machado, de 45 anos, afirmou que vai processar a loja pela perda do seu animal de estimação.
O caso aconteceu há uma semana, na Oi Pet, em Ipanema. Segundo Luiz Alberto, por volta das 11h de sexta-feira (14), sua empregada deixou a cadela Sofia, de 2 anos, no pet shop para tomar banho. Momentos depois, ele recebeu um telefonema da loja informando que o animal havia sido entubado após cair de cima da mesa usada no tratamento.
"Eles disseram que tinha acontecido um problema com a Sofia. Minha cadela foi apenas tomar um banho e nada mais. Como eles deixaram acontecer um acidente desses? É um absurdo o que fizeram com ela", disse Luiz.
Após o telefonema, Luiz Alberto seguiu para a veterinária, mas no meio do caminho ele recebeu uma nova ligação da loja, desta vez para avisá-lo de que Sofia acabara de morrer. Revoltado e chocado, ele chegou a discutir com os funcionários, que alegaram que o animal caiu porque estava nervoso e inquieto.“A Sofia era um pouco agitada, como todo animal da sua idade. Mas isso não provocaria uma morte como essa. A minha cadela entrou viva para tomar banho e saiu morta dentro de uma caixa. Não dá para aceitar e por isso eu decidi que vou entrar com um processo na Justiça”, completou o dono do animal.
Luiz Alberto, que possui ainda outro cachorro, Tico, de 5 anos, confirmou que os responsáveis pela pet shop se comprometeram a pagar as despesas e os cuidados do outro animal. Além disso, segundo ele, eles chegaram a oferecer um outro filhote, mas ele negou a oferta: "Um cachorro é como se fosse um filho pra mim. A gente ama, é insubstituível".Pet diz que nunca isso nunca tinha acontecido
Abalado com a morte de Sofia, o proprietário da Oi Pet, Ronney Teixeira Cardoso, confirmou o acidente e disse que a cadela ficou sob os cuidados de profissionais experientes e que gostam de animais. Segundo ele, Sofia caiu logo após se soltar da guia.“A gente ficou bastante chateado com o que aconteceu. Isso nunca tinha acontecido, a gente nunca espera que isso vá acontecer. Tomamos bastante cuidado para oferecer toda a segurança e conforto aos animais. Nossa pet é equipada com os melhores aparelhos, ar-condicionado, trabalhamos com a máxima transparência e todos os nossos profissionais amam o que fazem”, afirmou Ronney.
Ronney contou, ainda, que a loja possui um veterinário que fica à disposição dos animais para eventuais emergências. De acordo com ele, todos os procedimentos foram tomados para salvar a cadela: “Fizemos de tudo, mas ela não resistiu à queda. Mantivemos o dono informado de tudo o tempo todo e assumimos o erro”, completou.
Caso de polícia
Policiais militares do 23º BPM (Leblon) foram acionados para o local para tentar controlar a situação. Em seguida, Luiz Alberto decidiu prestar queixa na 14ª DP (Ipanema). De acordo com a Polícia Civil, como aparentemente não se tratava de um crime, o caso foi registrado como medida assecuratória de direitos futuros, por ser um fato atípico.Além de perder o meu cão, eu ainda não recebi o dinheiro de volta"
Luiz Alberto também solicitou um exame de necropsia do animal. O resultado deve sair nos próximos dias. Os agentes informaram que nenhum representante da pet shop compareceu à delegacia para prestar esclarecimentos. O dono do animal alegou, ainda, que não foi reembolsado pela loja.
“Além de perder o meu cão, eu ainda não recebi o dinheiro de volta. Não foi um prato de arroz que caiu no chão ou uma banana estragada, foi a minha cadela, que eu amava e tinha como filha. Isso eles não podem substituir. Continuarei alertando as pessoas nas ruas para que não levem o seu bicho lá. Eles não vão sair impunes”, completou Machado.O dono da loja informou que está disposto não só a devolver o dinheiro, como também a pagar as despesas do outro cachorro de Luiz Alberto e do novo filhote. Ele afirmou que ainda não conseguiu conversar com o cliente sobre o assunto e que espera poder ajudar.
“Em nenhum momento houve um destrato. A gente entende o lado do Luiz Alberto. Na hora não houve tempo de falar sobre reembolso, mas estamos dispostos a pagar além do valor do serviço. Queremos prestar solidariedade e apoio ao Luiz, que é um cliente antigo e querido por todos”, concluiu.
G1 - Criatura estranha achada no Canadá é chamada de 'o feio' por indígenas
Animal é considerado 'um mau augúrio' pelos indígenas.
Corpo da estranha criatura foi descoberto no começo do mês.A descoberta do corpo de uma criatura estranha em uma reserva indígena canadense remota deu início a uma intensa discussão sobre a identidade do animal, considerado "um mau augúrio" pelos indígenas.
Criatura encontrada perto de lago no Canadá. (Foto: Reprodução)
Os habitantes da reserva Big Trout Lake, no norte da província de Ontário, em um local que só é possível chegar de avião, descobriram o corpo de uma estranha criatura no começo do mês.
No site da comunidade, que pertence à etnia indígena oji-cree, o animal é descrito como uma criatura de uns 30 centímetros de comprimento e com "uma cara quase humana", o que provocou uma intensa discussão sobre se é um animal nunca visto antes ou apenas uma espécie deformada após ficar submersa.
No entanto, alguns moradores de Big Trout Lake acham que "o monstro" é uma estranha criatura quase mítica chamada de "omajinaakoos" ("o feio") na língua local que não é visto a quase meio século.
As fotos colocadas na página de internet da comunidade mostram um corpo alongado, com pelo marrom e uma cara pálida ao que somam-se presas curvadas e longas. A falta de coloração dos olhos acrescenta uma dimensão perturbadora à imagem.
Segundo os meios de comunicação locais, alguns dos indígenas mais velhos pensam que o animal é um mensageiro de más notícias.
"Ninguém sabe o que é, mas nossos antepassados o chamavam 'O Feio'. Ele quase nunca é visto, mas quando aparece é um mal augúrio. Algo mau vai acontecer segundo nossos antepassados", diz a página da comunidade.
ACESSE O SITE DA COMUNIDADE: http://www.bigtroutlake.firstnation.ca/
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Vetnil

No dia 19/05/2010 recebemos da VETNIL a premiação referente à promoção do lançamento do produto VETMAX.
Na foto o Sr Luciano Pacawy(Vetnil) e Sr Brenner(Distr. IBASA)